segunda-feira, junho 23, 2014

O semeador de ódio no País

O semeador de ódio no País

“A elite brasileira está conseguindo fazer o que nós nunca conseguimos: despertar o ódio de classes”.
Lula, ex-presidente do Brasil e atual presidente de ofício. O Brasil é definitivamente um país generoso. Uma declaração como esta, que além de enganosa pela imprecisa definição de elite – da qual Lula faz parte – representa uma confissão de culpa que, se o Congresso não fosse dominado pelo petismo populista, levaria seu autor às barras dos tribunais.
Ninguém com capacidade de pensar duvida mais que o projeto de poder perpétuo do PT no poder está lastreado no maniqueísmo propalado e posto em prática de Lula, de semear o ódio e a divisão de classes no Brasil como forma de garantir a hegemonia petista.
“Eu vou te contar uma coisa: eles não sabem o que nós seremos capazes de fazer, democraticamente, para fazer com que Dilma seja a nossa presidenta por mais 4 anos nesse país”, disse ainda Lula. É mais uma confissão de quem verdadeiramente semeia o ódio no País há décadas. Mas que começa a colher do próprio veneno.
Primeiro, a divisão mentirosa, demagógica entre “nós” (eles) e “eles” (nós), insuflada desde sempre. Quanto à afirmação de que “eles” (nós) não sabem o que os petista serão capazes de fazer”, sabemos, sim, e por isso Lula está, mais do que nunca, desgovernado, falando sandices por ter sua ação mentirosa finalmente desmascarada. Não estava ele preparado para isso, tamanha era e ainda é a arrogância de quem se tornou o dono da vontade nacional.
A palavra “democraticamente” foi colocada ali de propósito, dentro de outra estratégia populista de má fé do petismo de, defendendo a democracia, acabar com ela para implantar a ditadura permanente do partido.
Essas definições esquisitas de “eles” e “nós”, as acusações às “elites”, as falácias sobre campanhas da mídia contra o petismo, são armas que começam a falhar. É sempre bom lembrar que o ministro da propaganda de Hitler – e como o PT gosta de uma propaganda paga com dinheiro público! – afirmava que uma mentira dita mil vezes virava uma verdade. Não foi o que se viu com o desmantelamento do III Reich, como se começa a ver agora o desmantelamento da demagogia populista petista.
Não se pode perder o respeito pela autoridade. Mas quem mais tem contribuído para a disseminação da falta de educação, do decoro, da ética, da moralidade, do bom exemplo, são os próprios petistas. E Lula não o é o melhor exemplo de boa educação na forma de se referir a terceiros.
O que o então petista (ainda o é no conchavo interno do partido) André Vargas fez com o presidente do STF não foi o mesmo que o público fez com Dilma no Itaquerão? E por que Dilma não discursou? Por que Lula não compareceu? O veneno está se voltando contra a cobra venenosa que está contaminando o País, o próprio PT.
Acostumados ao salamaleque dos puxa-sacos e interessados no dinheiro público, Lula e demais companheiros, se imaginaram acima da lei, do bem e do mal. Fizeram e ainda farão coisas que nem imaginamos para não perder o poder. Mas, quanto mais mostrarem a verdadeira face do PT raivoso, mais vão espantar a própria freguesia e não as “zelites” como diz o apedeuta ex-presidente ainda mandão. A farsa está acabando. É até possível que Dilma seja reeleita. Mas, será, como já começou, apenas o início melancólico do final da era lulista no poder, porque o grau de corrupção, de desentendimento na disputa do cofre púbico, na ganância nunca antes vista neste País, sem nenhum pudor, vai por si só fazer desmoronar o I Reich petista ou a União Soviética dos Sonhos Petistas. Em tempo: a Copa do Mundo, trazida ao Brasil para ser palanque demagógico do lulismo, não tem nada a ver com isso. E, independentemente do resultado do jogo de ontem do Brasil, e do resultado final da Copa, o governo Dilma não conseguirá ser melhor do que é nem vai piorar do muito ruim que é.

Este artigo foi publicado no Blog Cidadania Brasil e retirado do Boletim Redex, boletim semanal dos ex-seminaristas salesianos

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