quarta-feira, novembro 13, 2013

Médicos cubanos


Leia abaixo o artigo escrito pelo jornalista Alexandre Garcia sobre o programa do PT: Mais médicos (mais votos).
MÉDICOS CUBANOS

Não pensem em correntes. Em algemas. Em porões fétidos. Em gente suja e maltrapilha. Estes são os escravos normalmente libertos das pequenas confecções das grandes cidades, vindos de países miseráveis.
Agora pense em pessoas vestidas de branco. Com diplomas universitários. Que exibem sorrisos simpáticos e uma grande alegria em servir o próximo, como se estivessem em uma missão humanitária. Estes são os médicos escravos cubanos que o Brasil vai traficar, cometendo toda a sorte de crimes hediondos contra os direitos humanos, que só republiquetas totalitárias, a exemplo da Venezuela, ousaram cometer.
E vamos aqui deixar ideologias de lado. E até mesmo as discutíveis competências profissionais. Vamos ser civilizados e falar apenas de pessoas, de seres humanos, de gente.
O Brasil democrático é signatário de uma dezena de tratados internacionais que protegem os trabalhadores. No entanto, o Governo do PT está firmando um convênio com Cuba, um país que está traficando pessoas para fins econômicos. Cuba está vendendo médicos. Cuba utiliza de coerção, que é crime, para que estes escravos de branco sejam enviados, sem escolha, para onde o governo decidir. Isto é crime internacional. Hediondo. Que nivela o Brasil com as piores ditaduras.

E não venham colocar a Organização Pan Americana de Saúde como escudo protetor destes crimes contra a Humanidade. É uma entidade sabidamente aparelhada por socialistas, mas que, ao que parece, pela primeira vez assume o papel de "gato", o operador, o intermediário, aquele que aproxima as partes, que fecha o negócio, que "lava" as mãos dos criminosos que agem nas duas pontas. Não há como esconder que o Governo do PT está pagando a Ditadura de Cuba para receber mão de obra em condições análogas à escravidão, como veremos neste post.
O trabalhador estrangeiro tem, no Brasil, os mesmos direitos de um trabalhador brasileiro. Tem os mesmos ônus e os mesmos bônus. Não é o que acontece neste convênio que configura um verdadeiro tráfico em massa de pessoas de um país para outro. Os escravos cubanos não pagarão Imposto de Renda e INSS. Sobre um salário de R$ 10 mil, deveriam reter mais de R$ 2.700. Pagariam em torno de R$ 400 de INSS. Mas também teriam direito ao FGTS, ao aviso prévio, às férias, ao décimo terceiro salário. Não é o que acontece.
O escravo cubano não recebe o seu salário. Ele é remetido para um governo de país. É como se este país tivesse vendido laranjas. Charutos. Rum. Ou qualquer commodities. A única coisa que o trabalhador recebe é uma ajuda de custo para tão somente sobreviver no país pois, em condição análoga à escravidão, este médico cubano receberá alojamento e comida das prefeituras municipais. Trabalhará, basicamente, por cama, comida e sem nenhum direito trabalhista.

Outro crime do qual o Governo do PT é mentor, é idealizador, é fomentador, é financiador, é concordar com as práticas de coerção exercida por Cuba quando vende os seus médicos escravos. O passaporte é retido pela Embaixada de Cuba no Brasil. A família fica em Cuba, sem poder sair do país. O escravo cubano não pode mudar de emprego, pois se o fizer a sua família sofre perseguição. Existe ameaça. Existe abuso de autoridade. Existe abuso de poder econômico. Existe retenção de documento para impedir a livre locomoção. Existe lesão ao Fisco. Sonegação. E, por conseguinte, sendo dinheiro originário de crimes, remessa ilegal de divisas do Governo do PT para a Ditadura de Cuba.
Este convênio que o Governo do PT está fazendo com Cuba não resiste a uma fiscalização do Ministério do Trabalho e a uma auditoria do Ministério Público. São tantos os crimes cometidos contra a Humanidade e contra os Direitos Humanos que envergonham a todos os brasileiros.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, candidato ao governo de São Paulo, deveria ir a ferros junto com os bandidos mensaleiros do seu partido. A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, está em silêncio obsequioso.

A partir do momento em que 4.000 cubanos botarem o pé no solo brasileiro, nosso país terá se transformado num campo de concentração e numa imensa prisão para escravos políticos.
A nossa Constituição será rasgada, pois:
Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:(...)
III – ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante;
Da mesma forma, o Governo do PT está jogando no lixo o Decreto nº 5.948, de 26 de outubro de 2006, que trata da Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, que tem definições fundamentais sobre o tema:
Art. 2°. § 4º A intermediação, promoção ou facilitação do recrutamento, do transporte, da transferência, do alojamento ou do acolhimento de pessoas para fins de exploração também configura tráfico de pessoas.
Art. 2°. § 5° O tráfico interno de pessoas é aquele realizado dentro de um mesmo Estado-membro da Federação, ou de um Estado-membro para outro, dentro do território nacional.
Art. 2º. § 6° O tráfico internacional de pessoas é aquele realizado entre Estados distintos.
Art. 2° § 7º O consentimento dado pela vítima é irrelevante para a configuração do tráfico de pessoas.
Ou seja: o que determina se existe a escravidão não é o depoimento do escravo, pressionado por dívidas, sem documentos ou tendo a integridade da sua família ameaçada, mas sim o que a sua situação configura, mediante fiscalização.

Com a importação em massa dos médicos escravos cubanos, os acordos internacionais firmados pelo Brasil contra a escravidão serão derrogados. Não seremos mais uma democracia.
Se alguém tem alguma dúvida sobre isso, leia o MANUAL DE COMBATE AO TRABALHO EM CONDIÇÕES ANÁLOGAS ÀS DE ESCRAVO, publicado pelo Ministério do Trabalho.
E sinta vergonha, talvez um pouco de medo, de ser brasileiro.
Eu desafio o Governo do PT a exigir que o médico cubano tenha em mãos o seu passaporte.
Eu desafio o Governo do PT a exigir que o médico cubano tenha uma Carteira de Trabalho.
Eu desafio o Governo do PT a depositar o salário do médico cubano em uma conta pessoal, que lhe garanta livre movimentação.
Eu desafio o Governo do PT a garantir todos os direitos trabalhistas ao médico cubano.
Eu desafio o Governo do PT a cumprir a Lei, a Constituição e os Tratados Internacionais.
"A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência." (Mahatma Gandhi)

Cantos Gregorianos   Ave Maria   Chant Gregorien   Gregorian Chant   Ave Plena Gratiae



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Um comentário:

  1. Leia no blog: http://cesartechio.blogspot.com.br

    NÃO AOS MÉDICOS ESTRANGEIROS E AO SERVIÇO OBRIGATÓRIO NO INFERNO DO SUS.
    Cesar Techio
    Economista – Advogado
    cesartechio@gmail.com.br

    Importar médicos estrangeiros, principalmente de Cuba, Bolívia, Argentina, Peru, Colômbia e Equador, países que possuem faculdades de medicina distantes da excelência acadêmica que se exige para a formação de bons profissionais, se constitui numa ofensa aos estudantes de medicina, suas família e ao povo brasileiro. Os médicos oriundos dos países mencionados são tão bons, que, dos 677 profissionais que se submeteram às provas teóricas e práticas exigidas para revalidação de diploma, em 2011, 88% foram reprovados. E, para piorar a situação da medicina no Brasil, a presidente Dilma Rousseff resolveu dar uma “canetada”, por odiosa Medida Provisória” (n° 621, de 8/07/2013 que institui o “Programa Mais Médicos”) e obrigar os estudantes de medicina, a partir de 1° de janeiro de 2015, assim que completarem o curso a trabalharem praticamente de graça para o SUS, caso pretenderem receber o diploma. A formação do médico abrangerá dois ciclos: O primeiro impõe o cumprimento de carga horária não inferior a sete mil e duzentas horas; o segundo obriga a treinamento em serviço, exclusivamente na atenção básica à saúde no âmbito do SUS, com duração mínima de dois anos. Este serviço obrigatório, gratuito, do segundo ciclo, não dispensará o estudante de medicina do estágio curricular obrigatório de treinamento em serviço supervisionado, em regime de internato (Residência), desenvolvido durante o primeiro ciclo do curso.

    Com isso, a Presidente interviu de forma ditatorial e indevida na vida dos cidadãos, desqualificando de vez a medicina, na medida em que atrasará especializações, pós-graduações e doutorados. E suma: uma família que se sacrifica ao extremo para pagar em torno de 4 mil reais por mês para o filho se formar numa faculdade de medicina, se obrigará a vê-lo ingressar no inferno do SUS e atrasar sua qualificação e futuro por dois anos. É evidente que os estudantes vocacionados vão perder o interesse em seguir a carreira que lhe exigirá seis anos de estudo, mais dois de residência médica e mais dois anos de serviço gratuito. Mas para quem quiser se especializar, serão mais dois anos pela frente, ou seja, 6(curricular)+2(residência)+2(SUS)+2(especialização)=12 anos.

    É óbvio que os brasileiros que pagam impostos e sofrem para se formar não aceitarão serem desclassificados e penalizados duplamente. Primeiro porque perdem oportunidade profissional em detrimento de estrangeiros e segundo porque serão atendidos por médicos formados em faculdades de segunda linha. A presidente Dilma Rousseff na medida em que acaba com um dos princípios constitucionais mais caros para os profissionais de todas as profissões, que é a liberdade do exercício profissional, assaca contra a liberdade dos cidadãos brasileiros de trabalharem onde bem quiserem e entenderem. Chega a ser uma aberração instituir serviço civil obrigatório aos recém-formados em medicina fundamentado na ideia de que é a sociedade quem contribuí para com a formação dos mesmos mediante financiamentos. Ora, os financiamentos são e serão pagos e não servem de justificativa para tolher a liberdade da profissão. Melhor seria pagar dignamente os médicos que trabalham no SUS e no interior do Brasil.

    Pensamento da semana: “Quero ver alguém falar “a fila anda” na fila do SUS.”


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