quinta-feira, maio 10, 2012

Aniversariantes de maio

A bronca do Jaburu já estava demorando e, portanto, aí vai a relação dos amigos do Enfrades - ex-seminaristas franciscanos - que fazem aniversário no mês de maio.
Parabéns, amigos, e votos de muitos anos de vida com saúde, alegria e paz. Um sonoro Io vivat para todos.

Dia - Nome - Apelido - Época no seminário - E-mail.

1 - José Leôncio de Almeida Coelho (Leão) 42/46 - valecoe@uol.com.br
1 - Sebastião Fernandes (Lourinho) 50/56 - fafajo@ig.com.br
2 - José Maria Teodoro (Pincel) 58/62
2 - Mário Sutic - 60
2 - Bruno Carmine Cassino - 83/85
2 - Anísio Fonseca de Azevedo (Eu Exijo) - 88/90
2 - Dilcélio Francisco de Assis (Formiga) - 94/96 - dilceliominasassis@hotmail.com
2 - Frei Fernando Alves Rocha
3 - Aloísio Fontes dos Reis – 52 - aloisio@lantele.com.br
3 - Itamar Carlos Augusto - 60
3 - Paulo César Campos Mourão - (Coquinho) - 60/61
3 - Frei Guilherme van Wordragen
3 - Frei José Milton Camargo
5 - Jorge Dias de Oliveira - 60
5 - José Carlos da Silva - (Cacau) - 1981/83 - pe_jcs@hotmail.com
5 - Júlio César de Oliveira Cacheado – 1991 - jcacheado@gmail.com
5 - Marcus Vinicius Silva Moreira (Marquinho Pqd) 1994 - mavisimo_1971@yahoo.com.br
5 - Frei Francisco Prick
5 - Frei Nicolau Schwendler
6 - José Ascensão Bandeira (Bandeira) - 1959/1961
7 - Mozart Viana de Paiva - 1962/1967 - mozart.vianna@camara.gov.br
8 - José Henrique dos Reis
8 - João Gomes de Faria - 1967
9 - Camilo Prates Santos Júnior (Central) - 1947/1953
9 - Joaquim Franca Diniz (Quincas/Sureco) - 1954/1960 - frandiniz@uol.com.br
10 - Roberto Garcez Vidigal - 1963
10 - Joaquim Antônio Filho - 1982/1983
11 - Frei Edson Máximo Ribeiro
12 - Joaquim das Gracas Corcini Pena - 1965/1969
13 - Luiz Gonzaga Lobo Leite - 1946
13 - Manuel Pereira (Macarrão) - 1960
13 - Nilton Rodrigues Júnior - 1983
13 - Frei Oton da Silva Araújo Júnior - freioton@gmail.com
14 - Marco Antonio Araújo (Feijão) - 1981/1983 - marcoasa@uai.com.br
15 - Eurídes Rodrigues - 1990/1994 - eurides@pucminas.br
17 - Aloísio Campos Tirado (Jaó) - 1958/1960 - jaotirado@hotmail.com
17 - João Alves da Silva (Rato) - 1958/1969
17 - Antônio de Jesus Silva - 1976/80
17 - Djalma Rezende Santos (Corujinha) - 1981/1986
18 - José Goncalo Assenção (Biquinho) - 1956/1961 - jgassencao@yahoo.com.br
18 - Antônio Onofre da Silva (Periquito) - 1964/1967
18 - Frei Marcos Monteiro Rodrigues
19 - Messias Noronha (Profeta) - 1967
20 - Ronaldo Lúcio Cançado – 1967 -
20 - Rosalvo Miranda Moreno - 1954/1957 - rm.moreno@terra.com.br
20 - Fernando Goncalves Rodrigues (Mano) - 1978/1980
21 - José Roberto Manuel (Pileco) - 1962 - zeroberto@passosnet.com.br
21 - Ernane de Campos Pereira - 1967/1970 - ernane.pereira@ibge.gov.br
21 - José Roberto Garcia Lima
22 - Alexandrino Vieira Rosa Filho (Goleirinho) - 1962/1963
22 - Ely de Oliveira (Mico) - 1942/1949 - deoliveiraely@gmail.com
22 - Antônio Vicente do Amaral (Amaralzinho) - 1962/1967 - vicenteamaral@hotmail.com
22 - Élcio Cruz de Almeida - 1964
22 - Vanderlei Luiz de Almeida - 1981/1984 - almeida.vanderlei-luis@hotmail.com
23 - José Menezes da Silva (Menezes) - 1961/1965
23 - José Djalma Soares Farias - 1968
23 - José Geraldo Estevam - 1992/1994
24 - Luiz Alberto Pessoa (Pessoa) - 1964/1968
24 - Temístocles Tomé Lima – 1962 - temistocles@zipmail.com.br
24 - Geraldo Miranda da Silva - 1971/1973
25 - Paulo Raimundo Gaudereto - 1952/1954
26 - Antônio Rodrigues Vale (Cogumelo) – 1960 - avale@uai.com.br
26 - Frei Justino Burgers
28 - Antônio Matos dos Santos (Torrão)
28 - Marino Reinaldo de Melo (João Galinha) - 1955/1962 - marinomelo@hotmail.com
28 - Fernando Soares Carneiro (Discai) - 1958/1959
29 - Antônio Eustáquio Braga (Braga) - 1964
29 - Pedro Lopes Martins (Banha) - pedrolm@uol.com.br
29 - José Augusto Tavares Muller - 1960
29 - Frei Francisco Carvalho Neto
30 - Vicente de Paulo de Morais (Pinga) - 1956/1962 - morais.vicente@gmail.com
30 - Wagner Leal Costa (Vagão) - 1965
30 - Aloysio Moura de Almeida (Calango) - 1952/1953
31 - Tito Guilherme Vaz de Melo (Coruja) - 1946/1950

Dica de página:
Cataratas do Iguaçu - Iguassu Falls - Veja fotos das Cataratas do Iguaçu em foto de 360º, de helicóptero.

terça-feira, maio 08, 2012

Lições da Vida


Leia este belo exemplo de vida que peguei emprestado na página "Sem Nexo" do Facebook.


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Porquê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela. Sentindo-me muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.


Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. 
Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e volteia dormir. Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus

pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a ideia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior como corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de ideia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar". Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe-me, Jane, eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Deu-me um  tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar. Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa.
A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando há vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher compartilhar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.
Valorize quem realmente te ama. Pense nisso!


Canto Gregoriano - Gregorian Chant
Ouça nesta página as músicas gravadas pelo Coral Gregoriano de Belo Horizonte