quarta-feira, março 16, 2011

Tsunami no Japão


É na desgraça alheia e na curiosidade das pessoas que os hackers se aproveitam para espalhar vírus e/ou roubar senhas de bancos e cartões de crédito e a terrível tragédia que se abateu sobre o Japão com o terremoto, tsunami, destruição e radiação atômica é um prato cheio para este tipo de pessoas.

Recebi dois e-mails: o logo abaixo, informando sobre mortos encontrados na praia e junto vem um link para um suposto vídeo para espalhar vírus.

Encontrados mais de 5.000 mil corpos proxima a praia Ojika no japao. Veja o vídeo do desespero da equipe de resgate.

O outro e-mail é este informando sobre golpistas que tentam desviar dinheiro que seriam doados para ajudar as vítimas

Falso site para ajudar vítimas no Japão desvia dinheiro de internautas

Um site com o suposto objetivo de arrecadar dinheiro para as vítimas do Japão funciona, na verdade, como isca para que internautas deem dinheiro espontaneamente para golpistas. A empresa de segurança Trend Micro divulgou nesta quarta-feira o alerta (16) após identificar uma página com esse propósito (o endereço http://www.japan{BLOCKED}.com teve parte removida  na divulgação, pois o site ainda estava ativo). É provável que existam diversas páginas com o mesmo propósito e, por isso, o internauta deve ficar atento à procedência da instituição com a qual está contribuindo.
Segundo a Trend Micro, os criminosos por trás desse ataque “também alteraram o recurso de blog do site e inseriram posts que se parecem com publicidade, possivelmente com o intuito de aumentar o ranking do site em ferramentas de busca”.
O “Convergência Digital” divulgou que os golpistas também já começara a mandar e-mails passando-se por instituições e organizações que pedem ajuda para o Japão. Algumas dessas mensagens, identificada pela empresa de segurança Symantec, chegam à caixa de e-mail marcadas como urgente.

Veja este vídeo com imagens impressionantes da tsunami invadindo a cidade litorânea e onde é possível ver pessoas tentando correr para se salvar.
 

segunda-feira, março 14, 2011

Arrogância e prepotência: coisas do Brasil


Leia abaixo esta notícia que me foi enviada pelo nosso amigo João Lembi, da turma  do Enfrades - ex-seminaristas franciscanos.

Prova da "competência " instalada neste país. Certamente não fazem Teste Psicotécnico para a ocupação destes cargos importantes. A Arrogância e a Prepotência em lugar da Competência. Uma pontinha do Iceberg. Se um ministro do STF age assim, como reclamar de um PM que dá porrada ? Atualmente só a divulgação na Internet para denunciar estes abusos. Inté,


Leia até o final, depois recolha o queixo do chão e comece a chorar. É nas mãos de pessoas assim que está o tribunal guardião das Leis Federais no país.

'Sou Ari Pargendler, presidente do STJ. Você está demitido'

A frase acima revela parte da humilhação vivida por um estagiário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) após um momento de fúria do presidente da Corte, Ari Pargendler.
O episódio foi registrado na 5ª Delegacia da Polícia Civil do Distrito Federal, às 21h05 de ontem, quinta-feira (20/10/2010). O boletim de ocorrência (BO) que tem como motivo “injúria real”, recebeu  o número 5019/10. Ele é assinado pelo delegado Laércio Rossetto.

O blog procurou o presidente do STJ, mas foi informado pela assessoria do Tribunal que ele estava no Rio Grande do Sul e que não seria possível entrevistá-lo por telefone.

O autor do BO e alvo da demissão: Marco Paulo dos Santos, 24 anos, até então estagiário do curso de administração na Coordenadoria de Pagamento do STJ.

O motivo da demissão?
Marco estava imediatamente atrás do presidente do Tribunal no momento em que o ministro usava um caixa rápido, localizado no interior da Corte.
A explosão do presidente do STJ ocorreu na tarde da última terça-feira (19) quando fazia uma transação em uma das máquinas do Banco do Brasil.
No mesmo momento, Marco se encaminhou a outro caixa - próximo de Pargendler - para depositar um cheque de uma colega de trabalho.
Ao ver uma mensagem de erro na tela da máquina, o estagiário foi informado por um funcionário da agência, que o único caixa disponível para depósito era exatamente o que o ministro estava usando.

Segundo Marco, ele deslocou-se até a linha marcada no chão, atrás do ministro, local indicado para o próximo cliente.
Incomodado com a proximidade de Marco, Pargendler  teria disparado: “Você quer sair daqui porque estou fazendo uma transação pessoal."
Marco: “Mas estou atrás da linha de espera”.
O ministro: “Sai daqui. Vai fazer o que você tem quer fazer em outro lugar”.

Marco tentou explicar ao ministro que o único caixa para depósito disponível era aquele e que por isso aguardaria no local.
Diante da resposta,  Pargendler  perdeu a calma e disse: “Sou Ari Pargendler, presidente do STJ, e você está demitido, está fora daqui”.
Até o anúncio do ministro, Marco diz que não sabia quem ele era.

Fabiane Cadete, estudante do nono semestre de Direito do Instituto de Educação Superior de Brasília, uma das testemunhas citadas no boletim de ocorrência, confirmou ao blog o que Marco disse ter ouvido do ministro. “Ele [Ari Pargendler] ficou olhando para o lado e para o outro e começou a gritar com o rapaz.
Avançou sobre ele e puxou várias vezes o crachá que ele carregava no pescoço. E disse: "Você já era! Você já era! Você já era!”, conta Fabiane.
“Fiquei horrorizada. Foi uma violência gratuita”, acrescentou.
Segundo Fabiane, no momento em que o ministro partiu para cima de Marco disposto a arrancar seu crachá, ele não reagiu. “O menino ficou parado, não teve reação nenhuma”.

De acordo com colegas de trabalho de Marco, apenas uma hora depois do episódio, a carta de dispensa estava em cima da mesa do chefe do setor onde ele trabalhava.

Demitido, Marco ainda foi informado por funcionários da Seção de Movimentação de Pessoas do Tribunal, responsável pela contratação de estagiários, para ficar tranquilo porque “nada constaria a respeito do ocorrido nos registros funcionais”.
O delegado Laércio Rossetto disse ao blog que o caso será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque a Polícia Civil não tem “competência legal” para investigar ocorrências que envolvam ministros sujeitos a foro privilegiado."
Pargendler é presidente do STJ desde o último dia três de agosto. Tem 63 anos, é gaúcho de Passo Fundo e integra o tribunal desde 1995. Foi também ministro do Tribunal Superior Eleitoral.
Viu só?

Agora você quer saber QUEM é o estagiário demitido?
Ok, isso também saiu no blog do Noblat.
Quem é Marco, o estagiário demitido pelo presidente do STJ
Alvo de momento de fúria do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ari Pargendler (Salário R$ 26.723,13), o estudante Marco Paulo dos Santos, 24 anos, nasceu na Grécia, filho de mãe brasileira e pai africano (Cabo Verde).
Aos dois anos de idade, após a separação dos pais, Marco veio para o Brasil com a mãe e o irmão mais velho. Antes de começar a estagiar no Tribunal fazia bicos dando aulas de violão.
Segundo ele, a oportunidade de estagiar no Tribunal surgiu no início deste ano. O estágio foi seu primeiro emprego.
“Não sei bem se foi em fevereiro ou março. Mas passei entre os 10 primeiros colocados e fui convocado para a entrevista final. O meu ex-chefe foi quem me entrevistou”, relembra.
Marco passou a receber uma bolsa mensal de R$ 600 e mais auxílio transporte de R$ 8 por dia.
“Trabalhava das 13h às 19h. Tinha função administrativa. Trabalhava com processos, com arquivos, com informações da área de pagamentos”, explica.
No período da manhã, ele frequenta a Escola de Choro Raphael Rabello, onde aprende violão desde 2008.
À noite, atravessa de ônibus os 32 km que separam a cidade de Valparaíso de Goiás, onde mora, da faculdade, em Brasília, onde cursa o quinto semestre de Administração.
Sobre sua demissão do STJ, parece atônito: “Ainda estou meio sem saber o que fazer. Tudo aconteceu muito rápido. Mas já tinha planos de montar uma escola de música na minha região onde moro".
Repasse, talvez chegue até ao Ministro e ele saiba que muita gente sabe da sua prepotência...

Vídeo:
Aproveite e veja, por curiosidade, este vídeo que foi enviado pelo Alessandro Trovato e mostra como é construída uma ferrovia em país desenvolvido, no caso, a Rússia. Clique neste link