sábado, abril 10, 2010

Cervejinha de quinta-feira: 08 de abril de 2010 e confissão do Dante.

A cervejinha desta quinta-feira contou com as presenças de, da esquerda para a direita: Tachinha, Jaburu, Marcos Vasconcelos (Quinho), Carlos César (Palito), Amaury, Carlos Augusto (Coelhinho), Eustáquio (Siri) e Altamir, amigo do Luiz Guilherme; e o Luiz Guilherme que não aparece na foto.
Na semana que vem o José Vicente (Feijão), que mora em São João del Rei, estará participando da cervejinha.



Completando a notícia da cervejinha aí vai uma confissão, gostosa de ler, e enviada pelo nosso amigo Dante (Elefante).

Tenho uma confissão a fazer.

Sou dependente de droga, e da pesada.

Nos últimos cinqüenta anos fui (e sou) dependente de droga, e da pesada, e sempre precisei de uma dose no meu dia a dia.

Anualmente sou obrigado a me internar para me intoxicar novamente, pois dela sou dependente e, sinceramente, não vejo qualquer possibilidade de deixar de me depender pois seu efeito me inebria, enlouquece, entorpece e mantém vivos meus sentimentos de paz, amor, perdão, união, fé, verdade, esperança, alegria, luz e entendimento.

Esta droga me excita consolar, compreender, amar, desprender e perdoar.

Ela me convida ao desprendimento de qualquer riqueza material em busca de algo maior e perene ao chegar a hora da morte.

Lúcido, minha fraqueza humana não me permite realizar nenhuma das alucinações acima razão pela qual me torno dependente pois, com seus efeitos, pelo menos acredito ser possível.

Muitos amigos e irmãos também são dependentes. E ela é facilmente encontrada em qualquer lugar. De um modo especial, em algum lugar da Mantiqueira, onde uma fonte perene brota, gratuitamente, o fascinante e fraterno espírito franciscano que reina no mundo inteiro.

Ah! Santos Dumont!

Ah, Seráfico!

Falta tão pouco e ainda está tão longe o dia desse encontro anual do ENFRADES.

Mas como é gostosa e sublime esta espera.

O nosso encontro será nos dias 9 a 10 de julho e, portanto, prepare-se para ir compartilhar a sua alegria conosco lá no Seminário Seráfico Santo Antônio. 

Após a confissão do Dante, veja/ouça o vídeo com a Oração do Dante (Dante`s Prayer) cantada pela Loreena Mckennitt.

quinta-feira, abril 08, 2010

Novo golpe na praça

A notícia deste "novo golpe" foi enviada pelo Márcio Nascimento, filho do Manoel Gomes (Seriema), amigo da turma do ENFRADES - ex-seminaristas franciscanos.

FANTÁSTICO!


NÃO DEIXEM DE LER. MUITO IMPORTANTE.

Têm sido vítimas geralmente homens na faixa de 40/50 anos, casados ou não, que saem para a noite numa tentativa de refazer a sua vida social. Funciona assim:
Uma mulher de cerca de 50, ainda relativamente bonita, bem conservada, puxa conversa e aparenta ser bem interessante. Papo vai, papo vem, e o assunto chega ao sexo... Mais um pouco e ela sugere nas entrelinhas uma relação mais íntima. Ele, é claro, se interessa.
Atenção! É aí que a coisa começa a ficar perigosa!
Ela pergunta o que ele acha de uma transa a três, tipo com mãe e filha.
O cara acha o máximo, diz que não tem problema, pensa que tirou a sorte grande! Então ela o convida para irem para a casa dela.
Entrando no apartamento, ela tranca a porta e grita:
Mãããe! Cheguei!



segunda-feira, abril 05, 2010

O Feijão.

Esta postagem é uma homenagem ao nosso amigo José Vicente da Silva Júnior, do ENFRADES - ex-seminaristas franciscanos -  e cujo apelido no seminário era FEIJÃO.


O FEIJÃO

Um homem tinha verdadeira paixão por feijão, mas ele lhe provocava muitos gases, criando situações embaraçosas.

Um dia ele conheceu uma garota e se apaixonou.

Mas pensou:

Ela nunca vai casar comigo se eu continuar desse jeito.

Então fez um sacrifí­cio enorme e deixou de comer feijão.

Pouco depois os dois casaram.

Passados alguns meses, quando ele voltava para casa, seu carro quebrou.

Ele telefonou para a esposa e avisou que ia chegar mais tarde, pois voltaria a pé.

No caminho de volta para casa, passou por um restaurante e o aroma maravilhoso do feijão lhe atingiu em cheio.

Como ainda estava distante de casa, pensou que qualquer efeito negativo passaria antes de chegar.

Então entrou e comeu três pratos fundos de feijão.

Durante todo o caminho, foi para casa peidando, feliz da vida.

E quando chegou já se sentia bem melhor.

A esposa o encontrou na porta e parecia bastante excitada.

Ela disse:

- Querido, o jantar hoje é uma surpresa!

Então ela lhe colocou uma venda nos olhos e o levou até a mesa, fazendo-o sentar-se na cabeceira.

Nesse momento, aflito, ele pressentiu que havia um novo peido a caminho.

Quando a esposa estava prestes a lhe remover a venda, o telefone tocou e ela foi atender, mas antes o fez prometer que não tiraria a venda enquanto ela não voltasse.

Ele, claro, aproveitou a oportunidade. E, assim que ficou sozinho, jogando seu peso para apenas uma perna, soltou um senhor peido.

Não foi apenas alto, mas também longo e picotado.

Parecia um ovo fritando.

Com dificuldade para respirar, devido a venda apertada, ele tateou na mesa procurando um guardanapo e começou a abanar o ar em volta de si, para espantar o cheiro.

Mas, logo em seguida, teve vontade de soltar outro.

Levantou a perna e...

RRRRRRRRRRRROOOOOOOOOOOOUUUUUUUUUUMMMMMMM!!...

Esse, então, soou como um motor a diesel pegando e cheirou ainda pior!...

Esperando que o odor se dissipasse, ele voltou a sacudir os braços e o guardanapo, freneticamente, numa animada e ridí­cula coreografia.

E quando pensou que tudo voltaria ao normal, lá veio a vontade outra vez.

Como ouvia a mulher, lá dentro, continuando a falar ao telefone, não teve dúvidas: jogou o peso sobre a outra perna e mandou ver.

Desta vez merecia medalha de ouro na categoria.

Enxofre puro.

As janelas vibraram, a louça na mesa sacudiu, e em dez segundos as flores no vaso sobre a mesa estavam mortas.

Ouvido atento à conversa da mulher no telefone, e mantendo a promessa de não tirar a venda, continuou peidando e abanando os braços por mais uns três minutos.

Quando ouviu a mulher se despedir, ainda ao telefone, já estava totalmente aliviado. Colocou o guardanapo suavemente no colo, cruzou as mãos sobre ele e chegou a sorrir vitorioso, estampando no rosto a inocência de um anjo.

Então a esposa voltou à sala, pedindo desculpas por ter demorado tanto ao telefone, e lhe perguntou se ele havia tirado a venda e olhado a mesa de jantar.

Quando ela teve a certeza de que isso não havia acontecido, ela própria lhe removeu a venda e gritou:

- SURPRESAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

E ele, finalmente, deu de cara com os doze convidados sentados à mesa para comemorar seu aniversário de casamento!!!!!!!!!!!!!!!! 

P.S.: Quem nunca fez isto atire a primeira pedra.....(sem cheiro). 


Para contemporizar com esta cena, veja/ouça este belo vídeo de canto gregoriano com a música Oculi omnium.



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