sábado, abril 17, 2010

Cervejinha de quinta-feira: 15 de abril de 2010.

A cervejinha desta quinta-feira, 15 de abril de 2010, contou com as presenças de, da esquerda para a direita: Tachinha, Aloísio Tirado (Jaó), José Derval, Helvécio (Jaburu), Maristela e Bartolomeu Mendonça (Castor), Carlos César (Palito), Alex Fantini, José Vicente (Feijão), Adeir, Eustáquio Tadeu (Siri) e Carlos Augusto. Não sairam na foto: Manoel Faria e Angélica, Valjean (Canela), Antônio Márcio (Bangalão), Patrícia (esposa do Palito) e sua filha Lívia.

Já que estamos falando de bebida, aí vai uma informação sobre a cachaça e que recebi do Ricardo Cruz (Grilo).


Você sabia?

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
O que fazer agora?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA'.
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE'
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.
(História contada no Museu do Homem do Nordeste).

Não basta somente beber, tem que conhecer!

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