sábado, julho 25, 2009

Nova versão da fábula: "A Cigarra e a Formiga"

Esta nova "versão" da fábula "A Cigarra e a Formiga" encontrei no Boletim Redex, boletim semanal dos ex-seminaristas salesianos que eu recebo.


Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada. Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer. Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir. Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu. Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris.
- Será que você poderia cuidar da minha toca?
- E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas!
- Mas o que lhe aconteceu?
- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?
E a cigarra respondeu:
Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris... A propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?
- Desejo sim, respondeu a formiguinha. Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a puta que o pariu!!!'
Moral da História:
Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão. Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!!
Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e... Seja feliz !

sexta-feira, julho 24, 2009

Cervejinha de quinta-feira: 23 de julho de 2009.

A cervejinha desta quinta-feira contou com as presenças dos "artistas" que estão na foto (clique nela para ampliá-la): da esquerda para a direita:


Amaury, Carlos Augusto (Coelhinho), Carlos César (Palito), Tachinha (agora usando o celular dependurado no pescoço), Vitório, Vicente Garcia (Linguiça), Gilberto Zanoli (Rato), Aloísio (Jaó), Helvécio (Jaburu), Paulo Petermann e Frei Cristóvão, que, felizmente, deu um descanso ecológico para a turma pois esquecera o seu cachimbo e o charuto no Pronvincialado.

Depois da foto ainda apareceram o Eustáquio van Putten (Perereca) e seu filho Flávio; a Da Luz, esposa do Linguiça; e o Antônio Márcio (Bangalão).

Veja e ouça este belo vídeo de canto gregoriano.



Página do Badoo: Alguns amigos receberam e-mail desta página pedindo para fazer inscrição na mesma. Eu, para variar, faço inscrição num monte de páginas e endereços e esta não tem nada de interessante e, por azar meu e não sei como, enviou e-mails para a minha lista - assim imagino - pedindo para também fazer a sua inscrição. Se você recebeu peço desculpas e digo que não é interessante entrar nela a não ser que você dê uma olhada antes. Não tem nada de especial e muito menos vírus.

terça-feira, julho 21, 2009

Artigo do Frei Cristóvão: A Vingança do Sagrado (III)

Leia abaixo mais um artigo enviado pelo Frei Cristóvão. Para variar, eu perdi um monte de mensagens que estavam na Caixa de Entrada e não sei se havia outros artigos sobre o assunto (o I e o II).

A VINGANÇA DO SAGRADOO (III)
A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Minhas observações partem de uma experiência concreta: um retiro que preguei para um grupo carismático. 70 jovens no primeiro dia; 130 no segundo dia com a presença de muitos pais dos jovens participantes. O tema que me foi proposto: “Reconciliação”; além das mensagens nas duas eucaristias previstas no roteiro dos dois dias que passaríamos juntos.

Senti muito entusiasmo, dedicação e espírito de doação e serviço no grupo que coordenou o retiro, desde a turma da cozinha, do grupo de animação, dos responsáveis pelas celebrações eucarísticas. Muitas confissões que transpiravam uma conversão interior, verdadeira mudança de vida. Momentos gratificantes no exercício do sacerdócio. Muito sofrimento acompanhado por lágrimas purificadores.

Nas duas reuniões preparatórias com a equipe coordenadora não foi fácil negociar momentos de silêncio para um encontro mais íntimo e pessoal consigo mesmo na busca da presença de Deus que nos interpela através do que acontece com cada um de nós no desenrolar de nossas vidas.

Conseguimos introduzir algumas propostas no sentido de deixar o “grupão” se manifestar, externando suas interrogações, dúvidas e melhor compreensão do que venha ser “crer em Jesus e crer em que Jesus creu” (Seu Projeto de Vida – a Causa que abraçou e que o levou ao comprometimento extremo da cruz: fazer a vontade do Pai (Vida e Justiça para todos a partir dos pobres e excluídos).

Os “Momentos de Cura”. São momentos fortes, a exemplo dos cultos das igrejas evangélicas, o testemunho pessoal de conversão cria um clima de como que hipnose coletiva com o conseqüente colapso da razão crítica. São momentos de quando o afeto, a sensibilidade, o coração falam mais forte. O que vem de encontro como resposta ao pós-modernismo com suas exigências de subjetividade como resposta à solidão da vida urbana, à perda da auto-estima, ao estresse da vida moderna, à fidelidade conjugal e familiar, a dependência do jogo de azar e da dependência química, etc.
São testemunhos de leigos-cristãos para cristãos-leigos.

Alguns desafios:

1. Fidelidade e dependência à Igreja-Hierárquica sem questioná-la e exigir dela fidelidade ao núcleo duro da mensagem evangélica.
2. Dependência do “guru” que está à frente do grupo. Caso esse vem a se transformar num testemunho-negativo, a decepção pode levar muitos ao afastamento do grupo e da própria Comunidade Eclesial.
3. Fazer da pertença ao Grupo momentos de terapia na superação de seus problemas existenciais. Uma vez superados, voltam à rotina do seu cotidiano existencial. Faltou-lhes aprofundamento bíblico-teológico de sua fé.
4. A fuga momentânea das agruras e do peso do cotidiano de cada dia pode favorecer uma atitude fundamentalista, dogmática e moralmente, falando. A condenação do mundo ao invés de se comprometer em transformá-lo em mais humano e justo.
4. Combinar os propósitos da RCC (Momentos de Louvação – O batismo no Espírito Santo) com diretrizes evangelizadoras da CNBB, da Diocese, da Paróquia.
5. O processo de conversão é algo de muito íntimo e pessoal no qual estão em jogo a graça de Deus e o mistério profundo da liberdade humana. Podemos criar condições que favoreçam a abertura do coração aos apelos da convocatória da ação santificadora e libertadora do Deus de Jesus Cristo. O que requer veracidade de vida, doçura de coração e sutileza de espírito. O francês, na vertente de Pascal, usa a expressão “finesse”. A tramela de nosso coração só se abre por dentro. Compete a cada um abrí-la ou mantê-la trancafiada!

Frei Cristóvão Pereira ofm.
freicristovao@gmail.com

segunda-feira, julho 20, 2009

Dia Mundial do Amigo

Hoje é Dia Mundial do Amigo e aproveito esta postagem para enviar um forte abraço para todos os meus amigos do Enfrades, do serviço, das peladas, das cervejinhas, de outros grupos de ex-seminaristas, dos encontros pela vida, torcedores do Atlético (amizade não se mistura com bom gosto), do Flamengo, amigos leitores do Blog do Tachinha e visitantes das minhas páginas na Internet, amigos do Orkut e todos os outros.

Votos de muita saúde e paz e um agradecimento por poder compartilhar da amizade de todos vocês.

God bless you, ou, Deus abençoe a todos!