sexta-feira, junho 27, 2008

Cervejinha de quinta-feira: dia 26 de junho de 2008.

A cervejinha desta quinta-feira, antevéspera do encontro em Santos Dumont, esteve concorrida e animada e contou com as presenças de: Jaburu, Alex Fantini, Aloísio Tirado (Jaó), José Derval, Amaury, Paulo Petermann, Carlos Augusto (Coelhinho), Carlos César (Palito), Vitório, Antônio Márcio (Bangalão), Valjean (Canela), Tachinha, Quinho (filho do João Marques (Cri), Afonso Resende (Proveta), Adeir, Ricardo Cruz (Grilo), Manoel Faria e suas filhas Virgínia e Clarice e Eustáquio Tadeu (Siri).
Na mesa ao lado, após mais de dois meses de ausência, estava o Milton, ex-seminarista do Verbo Divino, da Borda do Campo. Ele sofreu um acidente e estava na roça, em Capela Nova, sua terra, recuperando-se dos problemas no joelho.

quinta-feira, junho 26, 2008

Calouros no encontro do Enfrades

Estão de malas prontas os seguintes "calouros" para o nosso encontro do Enfrades lá no Seminário Seráfico Santo Antônio, em Santos Dumont: Paulo Botelho (Debanda - 56/58), Ari Anacleto de Assis, Dilcélio Francisco de Assis (Formiga - 1995), Rosângelo Lopes, Marco Aurélio Amorim dos Santos (Salsicha - 89/90), Kadis Birindiba (88/89), Joserino Jairo Noronha de Brito (43/45), João Correia (Correia - 84/90), Antônio Nolasco Rocha (Tonhão - 1986), João Batista Begnami (Begnami - 80/90), Eurico Patto Gomes (1961), José Soares Anunciação (Baiano - 76/77) e Cássio Bernardo Câmara. E você que nunca foi e sempre teve vontade de ir, por que não aparece?
Sejam bem-vindos "senhores" calouros, menudos e velhudos

quarta-feira, junho 25, 2008

Prefácio da cadernetinha do Enfrades

Leia abaixo o prefácio escrito pelo Ronald Claver para a Cadernetinha do Enfrades - Encontro Franciscano de Ex-seminaristas: "A Saudade que Ficou". A cadernetinha, já na sua 4ª edição, de 1998, contém os nomes de mais de 1.000 ex-seminaristas que passaram pelos seminários franciscanos da Província de Santa Cruz (Minas Gerais e sul da Bahia): Santos Dumont, São João del Rei, Betim, Visconde do Rio Branco e Montes Claros.
No livreto constam os nomes, apelidos, época em que estudaram com os franciscanos, data de aniversário, endereços residencial e comercial, atividades que exercem e outras informações.
O Ronald Claver é professor aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais e tem uma página na Internet onde você pode conhecê-lo melhor.
Ele custou a participar dos nossos encontros - por causa das suas atividades - mas depois que "experimentou" da nossa alegria "in loco" não tem perdido nenhum encontro.

ERA UMA VEZ SANTOS DUMONT, ERA UMA VEZ.

Parodiando o poeta, poderíamos dizer que Santos Dumont é apenas um quadro pregado na parede da memória, mas que ainda dói. E como permanecer ausente, se volta e meia a saudade se esbarra no silêncio tênue, que se tece nas noites de frio e no verde da Mantiqueira que os olhos continuam ondulando; ou mesmo quando se senta na mesa do bar e sorvemos o mel da noite de tanta ternura e passado.
Como esquecer Santos Dumont que sempre foi um ficar ficando, que sempre se impregnou de coisa, de pequenas coisas que as retinas não se esquecem. Como não encontrar em Santos Dumont a travessia, os verdes anos da esperança e sonhos? Santos Dumont é mais que um retrato, é um passado sem bilhete de volta. É o coração fluindo, correndo em busca do tempo. Como não querer jogar de novo no time do Seráfico, ler a “Alvorada”, fazer parte do clube ou subir no palco e dizer, impunemente, “to be or not to be”? Ou quem sabe, dar um mergulho na piscina fria que limpava os limbos dos corpos.
E como enfrentar depois, muito depois, o cotidiano, este lírico e trágico cotidiano com a loucura instalada nos olhos à procura de uma estrada para Assis? E onde estamos nós? Onde estão todos eles que um dia foram chamados? Onde estão? Onde estamos? Se o apelido já não basta, se a saudade também não basta. Onde está o Frango, o Holandês, o Pepino, o Goleiro, o Pozinho, o Carrapato, o Jipe, o Bolacha? Onde está o Patrício, o Hilário, o Arnaldo, onde estamos nós? A caminho de Assis ou perdidos em alguma latitude: Em que mapa, em que planeta, em que cargo estamos atendendo ao pedido de Francisco?
E Santos Dumont onde está? No terço, na missa matinal, nos estudos obrigatórios, nas safadezas, na sacristia, no missal ou na dúvida que antecipava a cada manhã? Onde catalogar tudo, se existe um quadro pendurado sempre nos ocos da memória? E o que ficou, e o que fica e o que ficará? Serão os passos do peregrino, serão os pássaros do peregrino, ou será a eterna Assis a nos provocar e desafiar? E onde ficamos em tudo isso? Na lembrança de uma situação ou no era uma vez?

Ronald Claver

Músicas do Lucernário e da Missa do Enfrades 2008

O Francisco Motta (Chiquinho) leu a postagem anterior do Tachinha e mandou estes outros links das músicas do Lucernário que estão na sua página sobre Restauração, Afinação e Conserto de Pianos Acústicos e mandou uma mensagem pelo Skype informando sobre links mais fáceis colocados na sua página.

Prezado Tachinha,
Sugiro que modifique o post com esses novos links. O som é melhor.
Peço-lhe que comente que são apenas amostras dos arranjos que estou fazendo aos poucos. Eu não tenho autoria em nada a não ser do quinteto que escrevi para o encerramento, o "Lassum Corporis".

Salmo do Lucernário

Salmo 91

Lassum Corporis

Agradecido,
Chiquinho

terça-feira, junho 24, 2008

Encontros de ex-seminaristas - A hora é agora

O Tachinha leu no seu Blog em "Deixe o seu recado - Send your message" as duas mensagens enviadas pelo José Juventino Faria (Jumentinho - 1965 até...) que mora em São Paulo e que no ano passado nos deu alegria (e creio que teve a mesma alegria) de aparecer pela primeira vez (e tem gente que, infelizmente, nunca desfrutou da nossa alegria franciscana!) lá em Santos Dumont e viu que na Pousada Villa Dumont (tel.: 031-3251-3059) já estavam acabando as vagas. O Tachinha ligou para lá e, além das reservas normais que ele já tem idéia, soube da surpresa da reserva feita pelo Vicente de Paula Costa (Galinho - 1951/57) que, há um bom tempo (foi aos encontros de 1988 e 2006) não nos tem dado a alegria de sua presença. Sejam bem-vindos você, Galinho; você que há muito tempo não aparece e você que nunca apareceu e VOCÊ QUE SEMPRE APARECEU!

segunda-feira, junho 23, 2008

Músicas do Lucernário e da Missa do Enfrades 2008

Veja abaixo o texto das músicas da nossa Missa lá no encontro no Seminário Seráfico Santo Antônio, em Santos Dumont, no dia 6 de julho, e do Lucernário, no dia 4.

As letras das músicas do Lucernário já foram colocadas na postagem do dia 18 de junho.

O Tachinha colocou alguns arquivos no Rapid Share para você baixar e já ir treinando as músicas. Se você tiver alguma dificuldade em baixar os arquivos é só mandar um e-mail para o mesmo, (enfrades@yahoo.com.br) pois aí ele pode enviar direto para o seu e-mail.

Veja os arquivos abaixo:

Lucernário - partituras (enviadas pelo Celso Neiva - Morcego)

Lucernário - Salmo - Que minha prece (arranjo feito pelo Francisco Motta - Chiquinho)

Lucernário - Que minha prece - Refrão (arranjo feito pelo Francisco Motta - Chiquinho)

Irmão sol com irmã luz (vídeo do YouTube, música cantada pelo Pe. Zezinho)

Missa VIII - De Angelis: - músicas em MP3

- Kyrie VIII
- Gloria VIII
- Credo III
- Sanctus VIII
- Agnus Dei VIII

Neste endereço do LastFM você pode, também, baixar e/ou ouvir a Missa de Angelis - Missa VIII

Neste endereço estão as partituras da Missa de Angelis, em gregoriano e para órgão.

Vá nestes endereços e clique em baixar as músicas e na página seguinte deve aparecer umas letras com uns animais e você dever escrever na "janelinha" as 4 letras que estiverem com um gatinho (às vezes é difícil distinguir o gato de outro bicho)

Segue abaixo as letras das músicas para a missa.

E N F R A D E S / 2008

CANTO DE ENTRADA:
Irmão sol com irmã luz, trazendo o dia pela mão. / Irmão céu de intenso azul a invadir o coração: Aleluia!
Refrão: Irmãos, minhas irmãs, vamos cantar nesta manhã, pois renasceu, mais uma vez, a criação das mãos de Deus. Irmãos, minhas irmãs, vamos cantar: Aleluia, aleluia, aleluia.
Minha irmã terra que ao pé dá segurança de chegar / Minha irmã planta que está suavemente a respirar. – (Refrão)
Irmã flor que mal se abriu fala do amor que não tem fim / Água irmã que nos refaz e sai do chão cantando assim: Aleluia. (Refrão)
SALMO RESPONSORIAL: Salmo 144
Bendirei, eternamente, vosso nome, ó Senhor.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO:
A vossa Palavra, Senhor, / é sinal de interesse por nós. (bis)
1. Como o Pai ao redor de sua mesa, / revelando seus planos de amor.
2. É feliz quem escuta a Palavra/ e a guarda no seu coração.
OFERTÓRIO:
Refrão: Minha vida tem sentido / Cada vez que eu venho aqui / E te faço o meu pedido/De não me esquecer de ti.
Meu amor é como este pão / Que era trigo que alguém plantou depois colheu / E depois tornou-se salvação / E deu mais vida e alimentou o povo meu. Eu te ofereço este pão / Eu te ofereço o meu amor – Refrão:
Meu amor é como este vinho / Que era fruto que alguém plantou depois colheu / E depois encheu-se de carinho / E deu mais vida e saciou o povo meu / Eu te ofereço vinho e pão / Eu te ofereço meu amor.
COMUNHÃO:
1. Pelos prados e campinas verdejantes eu vou! É o Senhor que me leva a descansar. Junto às fontes de águas puras, repousantes, eu vou! Minhas forças o Senhor vai animar!
Refrão: Tu és, Senhor, o meu Pastor! Por isso nada em minha vida faltará! (bis)
2. Nos caminhos mais seguros junto dele eu vou! E pra sempre o seu nome eu honrarei. Se eu encontro mil abismos nos caminhos, eu vou! Segurança eu tenho em suas mãos!
3. No banquete em sua casa, muito alegre, eu vou! Um lugar em sua mesa me preparou! Ele unge minha fronte e me faz ser feliz, e transborda a minha taça em seu amor.
4. Bem à frente do inimigo confiante eu vou! Tenho sempre o Senhor perto de mim. Seu cajado me protege e eu jamais temerei. Sempre junto do Senhor eu estarei.
5. Co`alegria e esperança, caminhando eu vou! Minha vida está sempre em suas mãos. E na casa do Senhor eu irei habitar. E este canto para sempre irei cantar.
ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO:
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. / Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. / Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé. / Onde houver erros, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança. / Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz. / Ó Mestre, fazei que eu procure mais, consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar que ser amado. / Pois, é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado. / E é morrendo que se vive para a vida eterna.
OBRIGADO A TODOS PELA PRESENÇA ! BOA VIAGEM, E .....ATÉ 2009!

domingo, junho 22, 2008

Redação para seleção na Volkswagen.

Recebi este e-mail da minha amiga Stella, de Juiz de Fora.

No processo de seleção da Volkswagen do Brasil, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: 'Você tem experiência'?

A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e com certeza ele será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã pra ela parar de chorar.
Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.
Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro.
Já me cortei fazendo a barba apressado.
Já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que eram as mais difíceis de esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas.
Já subi em árvore pra roubar fruta.
Já fiz juras eternas.
Já escrevi no muro da escola.
Já chorei sentado no chão do banheiro.
Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando.
Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado.
Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.
Já bebi uísque até sentir dormente os meus lábios.
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso.
Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua,
Já gritei de felicidade,
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol.
Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas.
Tantos momentos fotografados pelas lentes da emoção e guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: 'Qual sua experiência?'
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência...experiência...
Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência?
Sonhos!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta
pergunta: Experiência? 'Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?'