sexta-feira, março 14, 2008

Ainda a cervejinha de quinta-feira, dia 14 de março de 2008.

Depois de ter colocado a postagem sobre a cervejinha de quinta-feira fui ver o livro de visitas da Portinha do Tachinha: e vi a mensagem abaixo postada por uma das que ficaram admiradas com a nossa cantoria na quinta-feira.

Nome: Leslie C... D.....
Data: 14/3/2008
e-Mail: ldeslandes@....
Cidade / City (Country): BH/MG
Como localizou a página?: Com o Tachinha

Vocês são animados, cantam com alma. Não parem, pois quem canta os males espantam e a felicidade toda delicada se aproxima e nos encanta.
Adorei conhecê-los.
Leslie

Cervejinha de quinta-feira, dia 14 de março de 2008.

A cervejinha desta quinta-feira contou com as presenças de: Jaburu, Noraldino (Chibeta), Aloísio Tirado (Jaó), Renê Ferraz, Alex Fantini, José Derval, Tachinha, Carlos Augusto (Coelhinho) e Carlos César (Palito).
O Renê, que anda sumido, deu as caras com toda a sua animação para a cantoria e, mais uma vez, matamos a saudade das músicas dos tempos do seráfico (Seminário) como Panis Angelicus, Tantum Ergo, Io vivat, Gaudeamus igitur e o canto gregoriano.
Quando estávamos cantando havia duas senhoras que estavam fazendo um lanche dentro do bar e ao sairem passaram pela nossa mesa e ficaram admiradas e curiosas pela nossa cantoria.
Após nos identificarmos elas ficaram mais animadas e pediram algumas músicas em canto gregoriano (uma delas cantou músicas gregorianas no seu tempo de adolescência) como a Missa de Angelis (Missa VIII) e outras mais.
Como elas estudam italiano lá pelas redondezas elas disseram que voltarão para participar do nosso show na quinta-feira após a Semana Santa.
Foi uma cervejinha diferente e animada.
Na mesa ao lado o Milton, ex-seminarista do Verbo Divino, acompanhava a nossa animação.

E-mail sobre falecimento Ercílio

O Márcio Thibau (Pileco - 1962) mandou o e-mail abaixo sobre a notícia do falecimento do Ercílio Guimarães, bem como o teor da homenagem que ele prestou ao "de cujus".

Tachinha, Paz e Bem!

Fiquei surpreso e triste com o falecimento do Ercílio Guimarães, fato confirmando no Blog do Enfrades.
Eu gostava verdadeiramente do Abaeté, o qual conheci nas partidas de futebol do Clube Forense, quando eu ainda era bem jovem. Ele era um admirador do meu pai (afinidades profissional e ideológica) e por isso, quando já formado, passei a ter mais contato com ele. Só fui saber que ele tinha estudado no Seráfico lá pelo final dos anos 70, quando ele me falou que iria a um encontro em Santos Dumont.
Ele era uma figura, uma figurinha carimbada ... mas era uma pessoa de coração puro, apesar de às vezes se atrapalhar e aparentar violência para falar certas coisas.
Fiz pequena homenagem à memória dele, por ocasião de sessão do Tribunal. Que ele descanse na Paz de Deus!
Gostaria que vc me indicasse novamente onde está localizado na rede e quais são os passos para aquisição do catálogo de endereços dos ex-seminaristas no modelo Excel.
Estou reservando o primeiro fim de semana de julho para o encontro em Santos Dumont. Espero que o mundo conspire para que eu vá.
Abração,
Marcio Thibau


Exmo. Desembargador André Luís Moraes de Oliveira, DD. Presidente desta Sessão de Julgamentos da Egrégia 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso do Sul.
Proponho junto a esta Corte voto de pesar pelo falecimento do Dr. ERCÍLIO GUIMARÃES, ocorrido em 28 de fevereiro p.p. na cidade de Orlando-EUA.
Ercílio nasceu na tradicional Abaeté, em Minas Gerais. Casado com a Sra. Imaculada Murta Guimarães, deixa os filhos Paula Emília e Osmar Alexandre, bem como netas.
Admirado pela sua espontaneidade, simplicidade e cultura jurídica, se destacou no exercício da advocacia no seu Estado natal, contribuindo para o engrandecimento da nossa Justiça Especializada.
O Dr. Ercílio foi um incentivador do movimento associativo, preocupado com o prestígio, o respeito e a valorização do profissional da advocacia trabalhista. É fruto dessa atuação a Associação Mineira dos Advogados Trabalhistas (AMAT), à qual tive a honra de ser filiado.
Solidário a dor dos familiares, cumprimento-os, certo de que Ercílio descansa em Paz.


Marcio Vasques Thibau de Almeida
Desembargador Federal do Trabalho

quinta-feira, março 13, 2008

Envio correto de e-mail

Quando você enviar e-mail para os seus amigos use a forma mais correta de enviar as suas mensagens.
Você, certamente, já recebeu e-mails que vêm com uma lista enorme de endereços de quem também recebeu a tal mensagem.
Se for mandar uma mensagem para todos da sua lista mande os endereços de forma a que ninguém fica sabendo.
Há duas maneiras de mandar e-mails para várias pessoas ao mesmo tempo:
- uma colocando os endereços na linha do Cc (com cópia) e todos os que estiverem nesta linha irão saber os que receberam a mesma mensagem e isto é um prato cheio para aqueles que gostam de caçar endereços de e-mails para enviar spams.
- a outra forma e mais correta é enviá-las como Cco (com cópia oculta) ou Bcc. Para fazer isso siga os procedimentos abaixo:


No Outlook Express:
Vá em Criar e-mail e depois em
Nova mensagem
Clique em Exibir e depois em Todos os cabeçalhos e então aparecerão as três linhas com os destinatários:
Para:
Cc:
Cco:
Coloque sempre os outros endereços nesta linha do Cco

No Yahoo vá em Nova e depois em Mensagem de e-mail e Clique em Exibir Cco - bem na frente da linha do Para: e então aparecerá a linha para você colocar os endereços.

No Gmail
Vá em Compose mail e depois Clique em Add Bcc

Usando esta forma todos os seus amigos receberão as suas mensagens e ninguém ficará sabendo o endereços dos outros destinatários.

quarta-feira, março 12, 2008

Piadas do José Pedro

Leia abaixo algumas piadas enviadas pelo José Pedro, ex-seminarista do Caraça.


LÁ EM MINAS É ASSIM, UAI!!!

O EMPRESÁRIO E O MINEIRIM!

Num certo dia, um empresário viajava pelo interior de Minas.
Ao ver um peão tocando umas vacas, parou para lhe fazer algumas perguntas:
- Acha que você poderia me passar umas informações?
- Claro, sô!
- As vacas dão muito leite?
- Qual que o senhor quer saber: as maiáda ou as marrom?
- Pode ser as malhadas.
- Dá uns 12 litro por dia!
- E as marrons?
- Também uns 12 litro por dia!
O empresário pensou um pouco e logo tornou a perguntar:
- Elas comem o quê?
- Qual? As maiáda ou as marrom?
- Sei lá, pode ser as marrons!
- As marrom come pasto e sal.
- Hum! E as malhadas?
- Tamém come pasto e sal!
O empresário, sem conseguir esconder a irritação:
- Escuta aqui, meu amigo! Por quê toda vez que eu te pergunto alguma coisa sobre as vacas você me diz se quero saber das malhadas ou das marrons, sendo que é tudo a mesma resposta?
E o matuto responde:
- É que as maiáda são minha!
- E as marrons?
- Tamém!


INDO PARA A PESCARIA...

Os dois mineiros se encontram no ponto de ônibus em Cocalinho para uma pescaria.
- Então cumpade, tá animado? pergunta o primeiro.
- Eu tô, home!
- Ô cumpade, pro mode quê tá levano esses dois embornal?
- É que tô levano uma pingazinha, cumpade.
- Pinga, cumpade? Nóis num tinha acertado que num ia bebê mais?!
- Cumpade, é que pode aparece uma cobra e pica a gente. Aí nóis desinfeta com a pinga e toma uns gole que é pra mode num sinti a dô.
- É... e na outra sacola, o que qui tá levano?
- É a cobra, cumpade. Pode num tê lá...


MINEIRIM COMPRANDO PASSAGEM

O mineirin vai a uma estação ferroviária para comprar um bilhete.
- Quero uma passage para o Esbui - solicita ao atendente.
- Não entendi; o senhor pode repetir?
- Quero uma passage para o Esbui!
- Sinto muito, senhor, não temos passagem para o Esbui.
Aborrecido, o caipira se afasta do guichê, se aproxima do amigo que o estava aguardando e lamenta:
- Olha, Esbui, o homem falou que prá ocê não tem passagem não!

A PESQUISADORA E O MINEIRIN

Uma pesquisadora do IBGE bate à porta de um sitiozinho perdido no interior de Minas.
- Essa terra dá mandioca?
- Não, senhora. - responde o roceiro.
- Dá batata?
- Também não, senhora!
- Dá feijão?
- Nunca deu!
- Arroz?
- De jeito nenhum!
- Milho?
- Nem brincando!
- Quer dizer que por aqui não adianta plantar nada?
- Ah! ... Se plantar é diferente..

O MINEIRIN NO RIO DE JANEIRO

Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado cas praia, pé discarço, sem camisa, aquele carção samba canção, sem cueca pur dibacho.
Os cariocas zombando, contando piada de mineiro.
Alheio a tudo, o mineirim olhou pro marzão e num se güentô, correu a toda velocidade e deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré, e tudo mais.
Quando saiu, o carção de ticido finim tava transparente e grudadim na pele.
Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do 'amigão' que o mineirim tinha.
O bicho ia até pertim do juêi...
A turma nunca tinha visto coisa igual.
As muié cum sorrisão, os homi roxo dinveja só tinham olhos pro bixo.
O mineirim intão percebeu a situação, ficou todo envergonhado e gritou:
- Que qui foi, uai?! Seus bobãum... Vão dizê qui quando oceis pula na água fria,
o pintim dôceis num incói tamém?!

DE HIPOCONDRÍACO

Um hipocondríaco vai ao médico e diz:
- Doutor, a minha mulher me traiu há uma semana e ainda não me apareceram os chifres... Seria falta de cálcio?

VOLÁTIL OU VOLÚVEL?

A garota vai se confessar, ajoelha-se e vai falando ao padre:
- Padre, preciso de perdão pelos meus pecados.
- Conte seus pecados, minha filha.
- Eu sou noiva há 3 anos e vou casar semana que vem. Ontem à tarde, encontrei um colega de trabalho, ficamos conversando, ele me convidou para conhecer o apartamento dele, aí eu fui. E terminamos na cama. Sabe, padre é que eu sou tão volátil...
- Volúvel, minha filha.
- Antes de ontem eu encontrei outro amigo que não via há muitos meses, conversamos, fomos jantar aí ele me levou pra conhecer um motel novo que inauguraram. Eu fui e terminamos na cama, padre. É que eu sou tão volátil, padre.
- Volúvel, minha filha, volúvel.
- No dia anterior, eu vi um amigo no shopping, fui falar com ele, conversa vai conversa vem ele me levou pro apartamento dele e terminamos na cama. É que eu sou tão... como é mesmo a palavra, padre?
- Puta, minha filha, puta!

SESSÃO DE DESCARREGO

Uma loira comenta sua situação aflitiva com um amigo, crédulo de uma igreja:
- Eu estou numa maré brava. Estou sem crédito na praça, devendo para todo mundo. Não vejo solução. Já pensei em me matar. Estou desempregada e sem dinheiro, cheio de contas e carnês atrasados. Não há nada que dê jeito nessa situação. Já perdi a esperança! Acho que já estou doente e vou morrer mesmo!
O religioso:
- Calma! Não é nada disso... Você precisa de ajuda espiritual. Você conhece a minha igreja? Pois é, na quarta-feira, tem uma Sessão de Descarrego onde todos são curados ou aliviados, com uns 20 pastores e muita fé. Vai lá...Vamos te salvar!'
Na quarta-feira, a loira vai. No meio do culto é chamada ao palco e, entre outros desesperados, um pastor a agarra e brada:
- Sai desse corpo, demônio! Disaloja! Esse corpo não te pertence! Em nome de Jesus, te afasta desta alma boa!!!
E colocando a mão em sua testa, brada:
- Estou ordenando: Em nome de Jesus, disaloja!... Disaloja!... DISALOJA!
E a loira:
- Casa Bahia! Arapuã! Loja Americana! Ponto Frio! C&A! !Pernambucanaaasss !!!!!

BONECA DE CROCHÊ

Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos. Eles tinham compartilhado tudo um com o outro. Eles tinham conversado sobre tudo. Eles não tinham segredo entre eles afora uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela. Assim por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato. Mas um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria. Visto isso o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher.. Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa. Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou;
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.
O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'
- Querida!!! - ele falou - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! - ela disse - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das OUTRAS bonecas.

EQUÍVOCO PORTUGUÊS

Dona Maria chega à casa da nora e encontra o filho saindo com as malas, furioso.
- O que aconteceu, ó, Joaquim?
- O que aconteceu? Pois aconteceu o seguinte, minha mãe!
Fui viajar e mandei um telegrama para a Elsa avisando que voltaria hoje.
Chego em casa e o que eu encontro? Ela com um sujeito! Os dois nus na cama!
Nem mandando um telegrama ela me respeita mais! É o fim, estou a ir embora para sempre!
- Calma! pede Dona Maria. Deve haver algo errado nessa história, a Elsa jamais faria uma bobagem dessas!
Espere um pouco que vou verificar o que se passou.
Momentos depois, Dona Maria volta sorridente:
- Não disse que havia um equívoco, meu filho? A Elsa não recebeu o seu telegrama!

ANÚNCIO DE UM VELHINHO DE PROGRAMA

Como o bom velhinho tem todas as horas livres, principalmente madrugadas devido à insônia, precisando complementar o mirrado benefício do INSS com uns extras, resolveu ser, também, mais um "velhinho de programa", fazendo publicar o seu breve currículo:

CURRICULUM VITAE
Idoso charmoso, com lindos olhos meio verdes (cobertos com Cataratas), loiro (só dos lados), Atlético (sou torcedor), corpo malhado (pelo Vitiligo), e sarado (das doenças que já tive), um metro e noventa (sendo mais ou menos um de altura e noventa de largura).

Atendo em motéis, residências, elevadores panorâmicos, etc.
Só não atendo em "Drive-in" por causa das dores na coluna.
Alegro festa de Bodas de Ouro, convenções e excursões da terceira Idade.
Meço pressão, aplico injeções e troco fraldas geriátricas, tudo com o maior charme.
Atendo no atacado e no varejo. Traga suas amigas. Maiores de sessenta e cinco, por força de lei, não pagam, mas só terão direito a horário recomendável para a saúde.

Serão concedidos descontos para grupos: quanto mais nova, maior o desconto.
Por questões de vaidade, não serão permitidas filmagens, pois, no momento, estou precisando operar uma hérnia inguinal, meio anti-estética.
Como fetiche, posso usar touca de lã, pantufas e cachecóis coloridos. Outra vantagem: Já tenho "Parkinson" o que ajuda muito nas preliminares. Total discrição, pois o "Alzheimer" me faz esquecer tudo que fiz na noite anterior.


A FARRA DO BOI NO PAÍS DOS OMISSOS - NÃO É PIADA

Vocês sabiam que o filho do presidente Lula, o Lulinha, que há 05 anos era empregado do zoológico em São Paulo, acabou de comprar a fazenda Fortaleza (de porteira fechada) localizada às margens da rodovia Marechal Rondon, município de Valparaíso-SP, de propriedade do sr. Prata Cunha, um dos maiores produtores de nelore do Brasil, pela simples bagatela de R$ 47.000.000,00 (quarenta e sete milhões de reais), e a imprensa, não divulgou !!! Como isso é possível??? Como ele é inteligente, né???

terça-feira, março 11, 2008

Reforma do "Balança mas não cai"

O Tachinha ouviu uma boa notícia hoje de manhã no jornal da Rádio Itatiaia: um empresário do ramo da construção civil comprou o prédio existente aqui no centro de Belo Horizonte, nas esquinas de av. Amazonas com rua Tupis, conhecido como "Balança mas não cai".
Trata-se de um prédio de 15 andares abandonado há muitos anos e que enfeia a vista que o Tachinha tem da janela do seu apartamento, pois está muito sujo e com várias janelas quebradas.
O prédio será reformado e contará com 68 apartamentos.
O centro de Belo Horizonte vem sofrendo várias obras realizadas pela Prefeitura Municipal e os imóveis sofreram uma grande valorização.

domingo, março 09, 2008

Com a palavra os tradutores de plantão.

O Jaburu mandou um e-mail com a indicação de uma página do jornal Frankfurter Allgemeine, da Frankfurt, na Alemanha, com uma reportagem sobre o engenho que seu irmão Rubens Chaves tem lá em Coronel Xavier Chaves, perto de São João del Rei, em Minas Gerais.
O Jaburu e o Rubinho estudaram juntos lá no Seminário Seráfico Santo Antônio, em Santos Dumont, na década de 40.
O engenho do Rubinho já foi tema de reportagem em vários órgãos de imprensa, como a revista Playboy, revista da Gol, programas de televisão e outros.
Ele produz a Cachaça Século XVIII, antiga Boa Vista, e, segundo os entendidos, ela é muito boa.
Clique na foto para ver o engenho e na outra está o Rubinho lendo o livro de visitas que ele tem lá no barzinho do engenho que já teve visitantes de vários países.

Se você quiser ver o texto na página do próprio jornal vá a este endereço Frankfurter Allgemeine
No texto anterior o Aloísio Tirado (Jaó) já ligou para o Tachinha e disse que está escrito em turco e que irá tentar dar uma chutada na tradução, e o Dante (Elefante), outro leitor assíduo do Blog do Tachinha, mandou um e-mail dizendo que o texto é em turco e sugeriu que o Tachinha procurasse um "help" aqui com alguns turcos que são comerciantes aqui no Mercado Central, em Belo Horizonte.


Cachaça
Das Herz Brasiliens

Von Sascha Lehnartz
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Mehr als 6000 Cachaça-Marken gibt es in Brasilien, dieses Geschäft in Paraty ...

Mehr als 6000 Cachaça-Marken gibt es in Brasilien, dieses Geschäft in Paraty führt offenbar die meisten davon

26. Februar 2008 Man kann nicht behaupten, dass Coronel Xavier Chaves besonders verkehrsgünstig liege: Das Nest befindet sich rund 325 Kilometer westlich von Rio de Janeiro im brasilianischen Bergbau-Bundesstaat Minas Gerais. Die nächstgelegene halbwegs bekannte Ortschaft ist Tiradentes, eine malerische ehemalige Minenstadt, die seit den siebziger Jahren zunächst von Künstlern und bald darauf auch von Touristen wiederentdeckt wurde. Von dort führen zwei Wege nach Coronel Xavier Chaves: ein direkter (15 Kilometer), auf dem man sich garantiert verfährt, denn er ist brasilianisch ausgeschildert und weitgehend asphaltfrei, sowie ein Umweg (23 Kilometer), den bei Tageslicht zu finden man recht gute Chancen hat.

Es gibt allerdings nur zwei Gründe, die Reise auf sich zu nehmen: Entweder man begeistert sich für die dort traditionell gepflegte Knüpfkunst der abrolhos (überall in Coronel Xavier Chaves hängen handgefertigte Decken, Vorhänge und Tücher aus den Fenstern). Oder aber man hat eine Schwäche für das brasilianische Nationalgetränk Cachaça. In Coronel Xavier Chaves steht nämlich die älteste noch funktionierende Cachaça-Brennerei Brasiliens, Engenho Boa Vista.

Cachaça als Aperitif, Digestif und ohne besonderen Anlass zwischendurch

Beurkundet ist der Betrieb seit 1755, gebrannt wird jedoch mindestens seit den zwanziger Jahren des 18. Jahrhunderts, erzählt der Besitzer Rubens Chaves. Der Vierundsiebzigjährige betreibt die Destille, die man auf Portugiesisch „Alambique“ nennt, in der sechsten Generation. Chaves stammt selbst aus einer ausgesprochen geschichtsträchtigen brasilianischen Familie: Er ist ein Nachfahre des „Zahnziehers“ und Revolutionsführers Joaquim José da Silva Xavier, der unter dem Namen Tiradentes 1789 einen Aufstand gegen die portugiesische Kolonialmacht anzettelte. Der Aufstand wurde niedergeschlagen, Tiradentes 1792 in Rio hingerichtet und sein Kopf zur Abschreckung auf dem zentralen Platz der Goldgräberstadt Vila Rica, des heutigen Ouro Preto, zur Schau gestellt. Als Brasilien dreißig Jahre später die Unabhängigkeit erlangte, erklärte man Tiradentes zum Nationalhelden. In Ouro Preto ist der Hauptplatz inzwischen nach ihm benannt, in Tiradentes die ganze Stadt.
Zum Thema

* Bahia - Lebenslust und Strandvergnügen
* "In Rio arbeitet man, um zu leben, in São Paulo lebt man, um zu arbeiten"
* Heiligsprechung in Brasilien: Wundertätige Papierpillen
* Der Papst in São Paulo: Wenn Gott Brasilianer ist

Rubens Chaves sieht man nicht unbedingt an, dass er Revolutionärsblut in den Adern hat; er wirkt eher gemütlich, ist ja aber auch nur der Urgroßenkel des Urgroßenkels der jüngsten Schwester des Revolutionärs und hauptberuflich mit der Herstellung des friedenstiftenden und geselligkeitsfördernden Cachaça befasst. In Europa kennt man Cachaça vor allem als Grundlage der Caipirinha. Für das sommerliche Spaßgetränk wird meist industriell hergestellter Cachaça benutzt, wie der in Deutschland weitverbreitete und in Brasilien als Billig-Cachaça verrufene Pitú. Weniger bekannt ist hierzulande, dass Cachaça in seiner Heimat bevorzugt pur verköstigt wird, als Appetitanreger vor dem Essen, als Digestif danach oder ohne besonderen Anlass zwischendurch.

Tröster der Sklaven und Armen

„Erfunden“ wurde Cachaça angeblich 1533 im heutigen Santos. Viele der berühmtesten Brennereien stehen mittlerweile in der Gegend um Paraty, die meisten findet man jedoch in Minas Gerais. Einst betrachtet als Tröster der Sklaven und Armen, hat der Cachaça Karriere gemacht. Es gibt mehr als 6000 Sorten, und über die Frage, welcher nun eigentlich der Beste sei, können Liebhaber stundenlang fachsimpeln. Rubens Chaves ist überzeugt, dass sein „Século XVIII“ zu den Besseren gehört, denn er wird nach alter Väter Sitte hergestellt, ist mithin ein „Cachaça artesanal“ - wie man die handgemachten nennt.




Wie ein Museum des 18. Jahrhunderts: Engenho Boa Vista

„Im Grunde betreibe ich hier gar keine Destillerie“, sagt Chaves, „ich habe ein Museum, das wie eine Destillerie funktioniert.“ Tatsächlich sieht der Engenho Boa Vista aus, als sei er Bestandteil eines malerischen Freilichtmuseums. Inmitten einer sattgrünen Talsenke, am Rande von Zuckerrohrfeldern, steht der Schuppen. Ein sechs Meter hohes Wasserrad dreht sich zwölfmal pro Minute und treibt die Zuckerpresse an. Das Wasser wird über einen eigens gebauten kleinen Kanal den Hang hinab auf das Rad geleitet. Beißender Rauch steigt auf, denn die Zuckerrohrreste werden sogleich verbrannt, um die Destillierkessel zu befeuern. Rund zehn Hektar Zuckerrohr hat Chaves hinter seiner Alambique angepflanzt, zwischen Juli und Oktober sei das Zuckerrohr am besten, sagt er. Die Rohre werden von Hand dicht über dem Boden geschnitten und sollten spätestens acht Stunden danach verarbeitet werden. Drinnen im Schuppen schieben zwei Mitarbeiter die Stangen deshalb umgehend durch die Presse. Heraus kommt ein grün-brauner Saft, der danach in zwei 600-Liter-Tanks fermentiert. Im Unterschied zum Rum wird Cachaça nicht aus Melasse gemacht.

Deutschland ist der größte Importeur von Caipirinha

Chaves hat ein Auge und eine Nase dafür, wann der Saft der Stange, der caldo da caña, so weit ist, dass er in den Kupferkesseln destilliert werden kann. „Die Regierung will uns seit geraumer Zeit zwingen, Stahlkessel zu verwenden“, klagt Chaves, „angeblich aus Hygiene-Gründen. Dabei ist das Unsinn. Alkohol desinfiziert ohnehin alles, der ist selbstreinigend. Und Stahl ruiniert den Geschmack.“ Chaves löste das bürokratische Problem auf brasilianische Weise, er fand einen jeitinho, einen Ausweg: Da seine Destille ein historisches Monument ist, darf er vorerst auf historische Weise weiterproduzieren. Der destillierte Cachaça tropft als pinga (Tropfen) aus den kupfernen Destillierkesseln, die ersten zehn bis 15 Prozent des Destillats heißen cabeça (Kopf) und sind für Qualitäts-Cachaça ebenso wenig zu gebrauchen wie die letzten zehn bis 15 Prozent, der rabo (Schwanz). In edlen Cachaça gehört nur der mittlere Teil, das kristallklare coraçao (Herz). Etwa 20 000 Liter „Século XVIII“ produziert Rubens Chaves im Jahr. Nicht viel, wenn man bedenkt, dass in Brasilien jährlich insgesamt 1,3 Milliarden Liter hergestellt werden.




Rubens Chaves mit Gästebuch

Nur ein Prozent davon geht in den Export. Das caipirinhatrunkene Deutschland ist der größte Importeur, ein Drittel der gesamten Ausfuhr landet bei uns.

Nur aus dem Herzen

Rubens Chaves produziert seinen „Século XVIII“ ohne Zusatzstoffe und nur aus dem „Herzen“. Industrie-Cachaças werden aus „Kopf“ und „Herz“ gemischt, häufig noch mit Zuckersirup oder Karamell versetzt und geschmacklich angeglichen. „Deshalb bekommt man davon auch Kopfschmerzen“, behauptet Chaves. Viele Produzenten lassen den Cachaça dann in Holzfässern reifen, die den Geschmack weiter verändern - eine Methode, die der Purist Chaves ablehnt. Am besten seien Steintanks, doch die wolle die Regierung auch verbieten.

Rubens Chaves ist ein Mann, der die reine Seele des Cachaça ständig gegen bornierte Bürokraten und die Geschmacksnivellierer aus der Industrie verteidigen muss. Acht bis zehn Jahre könne man einen Cachaça reifen lassen. „Das ist wie bei einem Athleten, den man genau auf den Höhepunkt trainieren muss, aber nicht darüber hinaus“, sagt Chaves. Einmal in Flaschen abgefüllt, verändere sich der Geschmack dann nicht mehr. Sein '97er sei ein sehr guter Jahrgang. Er kostet neunzig Reais (etwa dreißig Euro) pro Liter, der Teuerste ist der '94er (zweihundert Reais). Letzterer sei aber nicht so teuer, weil er besser sei, sondern weil er davon nicht mehr viele Flaschen habe, erläutert Chaves. Für Caipirinha solle man im Übrigen auf gar keinen Fall einen guten Cachaça verwenden, findet der Patron, das sei „eine Sünde“. In dem Mischgetränk könne man die Qualität gar nicht mehr herausschmecken.

5000 Gäste aus 25 Ländern

Um Qualitätsunterschiede zu bemerken, braucht es allerdings ohnehin einiges Training, wie sich bei der von Rubens Chaves offerierten Degustation zeigt. Für den ungeübten Cachaça-Trinker erschließen sich die geschmacklichen Nuancen nicht auf Anhieb - obwohl die deftigen Würstchen, die Chaves' Schwager dazu grillt, eine gute Grundlage und ein krasser kulinarischer Kontrapunkt sind.

Im Engenho Boa Vista kann man jeden Samstag bei der Produktion zuschauen und Cachaça testen. Das hat sich mittlerweile herumgesprochen. Chaves zeigt stolz sein Besucherbuch: Rund 5000 Gäste aus 25 Ländern haben die idyllisch gelegene Destille in den vergangenen Jahren besucht. Dass die Tradition hier auch künftig gepflegt werden wird, erscheint einigermaßen gesichert. Rubens' 44 Jahre alter Sohn Fernando soll das „aktive Museum“ einmal weiterführen. Vorausgesetzt, die Bürokraten halten ihn nicht davon ab.



Text: Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung, 24.02.2008, Nr. 8 / Seite 58
Bildmaterial: FAZ, picture-alliance/ ZB

„A única caipirinha“ - die „einzig wahre“ Caipirinha

Wie man die endgültige Caipirinha mixt, darüber gehen die Meinungen weit auseinander. Rubens Chaves hält es für „eine Sünde“, einen guten Cachaça zu verwenden. Der Cachaça-Experte Marcelo Câmera dagegen besteht auf nicht industriell produzierten „Cachaça artesanal“, der in Deutschland etwa über www.pithoi.com zu beziehen ist. Câmeras Rezept für „die einzig wahre“ Caipirinha: Ein bis zwei unbehandelte Limonen in Scheiben mit 2 cl Cachaça in ein Glas geben. Die Limonenstücke mit einem Holzstößel zerstampfen. Weitere 2 cl Cachaça und Zucker hinzufügen. Das Glas mit Eis auffüllen. Das klingt banal, aber Experten sind sich uneinig, ob man braunen oder weißen Zucker verwenden soll, ob Eiswürfel nicht für einen besseren Geschmack sorgen als zerstoßenes Eis und ob man statt Zucker nicht besser Honig nimmt. Nur eines ist klar: Nie darf Cachaça durch anderen Alkohol ersetzt werden. Das, so Câmera, sei eine Verirrung und ein „Angriff auf die brasilianische Kultur“.