sábado, fevereiro 16, 2008

Elogio faz bem

Recebi o e-mail abaixo do Haroldo Lima, nosso amigo do Enfrades que é um super competente dentista (cirurgião buco-maxilo-facial) em São Paulo e que já recebeu várias e merecidas homenagens.
Ele, como um dos leitores do Blog do Tachinha, mandou este elogio que, como as críticas construtivas, serão sempre bem-vindos.
Manifestações como esta são como uma massagem no meu ego e uma recompensa pelo meu vício na Internet.

"Estimadíssimo amigo e irmão Tachinha, a voz do coração muitas vezes não é suficiente para expressarmos o que sentimos em relação a competência das pessoas e justamente por pensar assim é um dever meu parabenizá-lo pelo belíssimo Blog dos ENFRADES.

Com o coração recoberto de felicidade e na certeza de muito em breve poder abraçá-lo despeço-me dizendo até breve e Paz e Bem!"

Haroldo Lima

Cervejinha de quinta-feira: dia 14 de fevereiro de 2008.

A cervejinha desta quinta-feira contou com a participação de: Frei Cristóvão; Jaburu; Valjean (Canela); Aloísio Tirado (Jaó); Paulo Petermann; Carlos Augusto (Coelhinho); Amaury; Tachinha; Hélcio Resende; Vieira, amigo do Paulo Petermann; Maria Tereza e Paulo Maurício, participantes do Coral Gregoriano de Belo Horizonte e Quinho, filho do João Marques (Cri).
Na mesa ao lado estava de volta o Milton, ex-seminarista do Verbo Divino (Borda do Campo).
Para quem não sabe, esta nossa cervejinha acontece todas as quintas-feiras há mais de 25 anos, e como o ano tem 52 semanas, ou seja, já bebemos 1.300 dias, o que equivale a, mais ou menos, 3 anos e 6 meses tomando uma loura gelada, cantando, jogando conversa fora e nos divertindo em família.

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Contato ao vivo - Live contact

Agora, quando você estiver visitando do Blog do Tachinha: Seminaristas, pode manter contato com ele ao vivo (live contact online) para alguma informação que queira saber sobre o Coral Gregoriano de Belo Horizonte e suas atividades e os CDs gravados; canto gregoriano, encontros dos ex-seminaristas franciscanos e de outras congregações e outros assuntos que queira saber.
Espero seu contato e agradeço a sua visita ao Blog e às outras páginas do Tachinha: Canto Gregoriano - Gregorian Chant e Fotos do Tachinha no Flickr

Rádio de música clássica

Para os que gostam de navegar na Internet coloquei um link para a Radio Classique. A Radio Classique é uma rádio francesa que toca somente música clássica. Visitem, também, a página da rádio. Boa audição para todos os amantes da boa música.
Na minha página sobre Canto Gregoriano você encontra a indicação de várias rádios de música clássica na Portinha do Tachinha

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Defesa de E-mail com vírus.

Eu, Tachinha, tenho a mania de sair comprando revistas e jornais que tenham cadernos de Informática e li uma vez, não sei onde, que uma das maneiras de tentar enganar ou dificultar os tais vírus que usam toda a sua lista de e-mails para enviar para toda ela é que você deve inventar um endereço de e-mail que não existe, e que deverá ser o primeiro do seu catálogo de endereços. Por exemplo: coloque um monte de A(s): aaaaaafulanodetal@qualquercoisa.com.br
Li no tal artigo que os tais vírus ao enviar para o primeiro nome da lista e tal nome não existir ele não consegue ir para os outros nomes.
O primeiro e-mail do meu Catálogo de Endereços é aaaaaaaltair@naopode.com.br
Fica dado o meu recado e não sei se funciona ou se é verdade ou não.
Algum leitor do Blog do Tachinha já ouvir falar de tal recurso?

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Ditados populares atualizados para a era digital.

Leia os velhos ditados populares atualizados para a era digital, enviados pelo Paulo Roberto (Batata).

1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. Antes só, do que em chats aborrecidos.
4. A arquivo dado não se olha o formato.
5. Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.
6. Para bom provedor uma senha basta.
7. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
8. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
9. Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.
10.Hacker que ladra, não morde.
11.Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
12.Mouse sujo se limpa em casa.
13.Melhor prevenir do que formatar.
14.O barato sai caro. E lento.
15.Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
16.Quando um não quer, dois não teclam.
17.Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.
18.Quem clica seus males multiplica.
19.Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
20.Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
21.Quem não tem banda larga, caça com modem.
22.Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
23.Quem semeia e-mails, colhe spams.
24.Quem tem dedo vai a Roma.com.
25.Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.
26.Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Colégio Santo Antônio e São João del Rei

Leia abaixo um texto do Jarbas Albricker, enviado pelo Aloísio Tirado (Jaó), contando histórias do Colégio Santo Antônio e São João del Rei.

O Ginásio Santo Antônio de São João del-Rei

A grandeza material daquele estabelecimento saltava aos meus olhos, como ainda hoje em 1984. Àquele tempo, em 1934, mais impressionante era sua grandeza. O principal conjunto de prédios, em formato de quadrado, com uma parte aberta voltada para o interior, tinha vários andares, conforme a cada trecho da construção.
Àquela época, nem de longe se pensava em viagens espaciais, seres de outros planetas e que tais. Mas eu juro que, no meu primeiro dia no Ginásio Santo Antônio, viajei numa nave espacial, em companhia de um ser de outras galáxias: subi três andares em um elevador, em companhia de um frade holandês de mais de dois metros de altura. Aquele ser estranho era vermelho como o sol e pronunciava palavras que eu não conseguia entender. Com a mente imobilizada por forças desconhecidas, a princípio não conseguia entender nada do que os meus olhos viam, cheios de deslumbramento. Eu acabava de sair da selva para a metrópole e meu aculturamento era total.
Foram pouco mais de cinco meses de vida nova, cheia de surpresas. Conheci o cinema falado, o sorvete. Vi figuras humanas excêntricas, enigmáticas, como só São João del-Rei sabia possuir. Criaturas de casaca, bengalas, cartolas ou chapéu de palheta. Conheci seus sítios tradicionais: — Morro da Forca, Calaboca, Rio Acima, Matozinhos, com sua Estação de Chagas Dória, local do histórico Capão da Traição, da Guerra dos Emboabas, Tijuco, Rua da Fábrica, com seus pomares e italianos jogando bocha nos planos junto ao leito da estrada de ferro. São João del-Rei, que repetirei sempre com todas as letras e não apenas o São João vulgar, plebeu de, tantos outros lugares, pois que aquele tem de muita nobreza, não fora ele “del-Rei”. Vi seus tipos populares. E quantos! O orador da ponte da cadeia estava sempre por ali. Bastava que alguns estudantes o aplaudissem e lá estava ele, encarapitado em uma de suas laterais, defendendo o café brasileiro. (...) A mudinha, sempre paquerada, em sua feiúra, em sua miséria, em seu abandono. Respondendo aos galanteios com a ameaça de um porrete que trazia sempre, para abrandar a sua manqueira, e que culminou, muitos anos mais tarde, sendo violentada por um paquera, que não brincava apenas, como os demais, mas que acabou por estuprá-la, afrontando toda aquela comunidade. (...) Sem querer polemizar se sorvete e picolé são a mesma coisa, a verdade é que, ao afirmar que só então fiquei conhecendo o sorvete, devo confessar que já conhecia picolé. Em qualquer lugar já se conhecia aquela mistura de água com essência fraca, congelada em torno de um pequeno pedaço de madeira. Mas o sorvete de São João del-Rei já apresentava grande aprimoramento em sua confecção. Os da Sorveteria Polar e da Leiteria Mansur primavam pela boa qualidade do produto. (...) A cidade e o ginásio eram igualmente grandes. Um merecia o outro. Este completamente equipado de salas, laboratórios, teatro, locais de lazer, inclusive três campos de futebol, possuía tudo que um grande estabelecimento de ensino precisava ter. A cidade, por seu turno, era, para os parâmetros da época, uma cidade de porte médio, com todos os recursos de então. Frei Norbertinho, um dos holandeses de saudosa memória, costumava dizer com sua voz aguda e com sua maneira cheia de trejeitos: — É raro na Europa uma cidade tão bem iluminada quanto São João del-Rei. Mas o que os freis eram realmente fanáticos era no futebol. Naqueles tempos os moços só iam estudar mais velhos. Até que pudessem desgarrar da saia das mamães, já estavam errados. Por isso tornava-se possível a formação de bons times de futebol com ginasianos. E o Esparta era um time famoso, brilhante. E os freis torciam, gritavam, esperneavam, invadiam o campo, brigavam. Alguns chegavam a excessos tais, que acabavam punidos por seus superiores. Frei Lau era um deles. Muitas vezes era proibido de ir ao campo. Ficava lá do seu quarto, no andar mais alto, de binóculo em punho, curtindo, à distância, os lances emocionantes dos meninos do Esparta. Outra atividade que os freis cultivavam com o maior ímpeto, era o tabagismo. Quando entravam em aula, tiravam de seus imensos bolsos uma verdadeira tabacaria: — Cigarros de palha e de papel, para enrolar, duas, três marcas de cigarros já prontos, charutos e cachimbos de mil e um formatos. Era um nunca acabar de soltar fumaça pelas narinas e boca. Comentava-se que quando era batizada uma criança holandesa, esta já recebia de presente uma caixa de charutos. Não sei até onde isso é verdadeiro, mas realmente havia esse comentário. Já que estamos falando sobre holandeses, andei fazendo um estudo sobre os moinhos de vento da Holanda e cheguei à conclusão que os mesmos têm muita analogia como badalar constante e diário dos sinos de São João del-Rei, no que representam para o meio social dos gringos e dos emboabas mineiros. A posição das pás dos moinhos, tal qual a batida dos sinos, transmitem mensagens de alegria, de dor e até individualizam pessoas, para os entendedores de seus segredos. Só os iniciados os entendem, mas suas mensagens são autênticas e palpáveis.
A cidade reiniciava àquela época, um novo ciclo do ouro. A Serra do Lenheiro, já tão cheia de cicatrizes, desde os tempos da colônia, voltava a regurgitar de garimpeiros, que se espalhavam até pelo centro da cidade, bateiando no rio Lenheiro, que corta o seu centro. E com êxito. Alguns ricos já começavam a surgir. O rio Lenheiro tem praia e cais. Este é a amurada que margeia o curso d`água, de um lado e de outro. A praia é o espaço entre aquelas amuradas, por sinal bastante amplo. Tão grande é aquela área, com uma água mirradinha cortando o seu centro que, quem nunca presenciou uma chuva pesada nas cabeceiras daquele rio, não pode conceber a imensidão de água que desce pelo seu leito, preenchendo todos aqueles espaços e mesmo transbordando por sobre as várias pontes ali existentes .

Fonte: (São João del-Rei SEUS COLÉGIOS E OUTRAS LEMBRANÇAS - Jarbas Albricker - Belo Horizonte -1984)

Canto Gregoriano - Coral Gregoriano de Belo Horizonte

O Blog do Tachinha, por causa da rádio com as músicas do CD do Coral Gregoriano de Belo Horizonte - assim eu imagino - está recebendo várias visitas de internautas de Belo Horizonte, além da turma dos ex-seminaristas do Enfrades, e como o coral está precisando de novos componentes fica feito o convite para alguém da capital de Minas Gerais que esteja interessado ou saiba de alguém que esteja querendo cantar conosco é só entrar em contato com o Tachinha: 9955-4246 ou enviar um e-mail para tachinha@gmail.com
Sejam bem-vindos.