sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Cervejinha de quinta-feira: 07 de fevereiro de 2008.

A cervejinha desta quinta-feira contou com as presenças do Jaburu, frei Cristóvão, Tachinha, Paulo Petermann, Carlos Augusto (Coelhinho), Aloísio Tirado (Jaó), Carlos César (Palito), Francisco Motta (Chiquinho) e o Marcos (Quinho, filho do João Marques (Cri).
O Chiquinho vai desfalcar a turma da cervejinha pois ele passou no Mobral de música na Universidade do Estado de Minas Gerais e vai estudar à noite.
O Milton, ex-seminarista do Verbo Divino (Borda do Campo) anda sumido há mais de um mês da cervejinha na mesa ao lado.

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Artigo do Frei Cristóvão: A ambiguidade do Governo Lula.

Leia mais um artigo enviado pelo Frei Cristóvão. O artigo estava perdido desde outubro de 2007, mas como é sobre o pensamento dele sobre política não está muito desatualizado não.
Tem outros artigos à espera, bem como um do Rosário.

A AMBIGUIDADE DO GOVERNO LULA

A Classe média ficou a ver navios!

Nas últimas eleições majoritárias (2006), alguém me interpelou, à queima roupa, durante um encontro que coordenava sobre “Iniciação Política e Análise de Conjuntura”:
- Frei, você vai votar no Lula “?”.
- Respondi: “Ruim com ele, pior sem ele”?

Nosso regime político presidencialista carrega consigo graves mazelas que devem ser revistas. Constitucionalmente seria da competência do Congresso Nacional fazê-lo. Como não é de interesse do Congresso abrir mão de seus interesses partidários e, sobretudo, de seus interesses políticos pessoais, a Reforma Político-Eleitoral vai sendo postergada enquanto possível; não obstante o aprimoramento da consciência cidadã do povo, dos eleitores.

Em caso de omissão e cumplicidade dos senhores parlamentares, a insatisfação e pressão do eleitorado consciente forçam o Poder Judiciário a cobrir essa lacuna. Veja o caso recente da aprovação da fidelidade partidária por parte do Supremo Tribunal Federal. A concessão de anistia aos candidatos que trocaram de sigla partidária antes da histórica declaração positiva do Supremo Tribunal Eleitoral (27 de março-2007), foi uma medida cautelar no intuito de evitar um recrudescimento da crise política que vem desacreditando o Poder Legislativo, desde o início do segundo governo de Lula.

O atual regime presidencialista seria como a causa primeira deste mal-estar. O presidente, uma vez eleito, goza de privilégios exorbitantes, quase ditatoriais:

- Tem em suas mãos o poder de nomear mais de 25 mil.cargos públicos, no primeiro, segundo e terceiro escalões;

- O recurso, quase indiscriminado, de emitir Medidas Provisórias, atravancando a pauta do dia-a-dia do Congresso Nacional na sua função precípua de legislar e monitorar as ações do Poder Executivo;

- O poder de aliciar congressistas com a liberação de verbas para que esses atendam seus “currais” eleitorais. Com isso ambos, não obstante a crise e a insatisfação do eleitorado, conseguem se manter no Poder. Uma revisão do estatuto da Lei Orçamentária da União vai-se tornando indispensável e necessária. Temos o círculo vicioso de que o Governo, para garantir sua maioria no Congresso, favorece seus aliados; esses, por sua vez, para garantir sua permanência no cargo, têm que mostrar serviço junto às suas bases;

- As coligações tornam-se inevitáveis, tendo em vista que partido nenhum tem força política para galgar, isoladamente, ao Poder. Uma vez eleito, o presidente, vê-se comprometido na distribuição do butim; o que vai limitar seu poder político em termos de execução do Projeto, tão badalado, no período eleitoral.

- Neste sentido, penso eu, é que devemos interpretar e entender o governo do atual presidente da República, já no seu segundo mandato.

- Para se eleger assume compromisso com a elite financeiro-comercial-industrial-rural (a Oligarquia Econômica – os “home” do dinheiro – o “poder delta”, já que foram o financiadores da Campanha e detêm a grande imprensa escrita, falada e televisionada, na qualidade de proprietários ou de seus alocatários).

- O povão, sofrido e lascado, constitui a maior base eleitoral; em sendo assim, torna-se imperioso atender, pelo menos, parte de suas necessidades e reivindicações. O programa “Bolsa-Família” atende mais de 11 milhões de famílias. Ora, segundo as leis da estatística são, pelo menos, 3 votos assegurados, por família! O candidato-presidente, parte para a liça da disputa eleitoral, com a larga vantagem de 33 milhões de votos.

- Ora, como fica a classe média? Com sua mentalidade “pequeno burguesa”, rala noite e dia para garantir um determinado poder aquisitivo com os olhos gordos no que a classe alta tem e consome!

- As pesquisas de Ibope evidenciam que a classe média media e a classe média alta mostram-se insatisfeitas com o Governo Lula. Não só não votam em sua pessoa, como também, o critica com amargura e virulência. A rejeição ao Governo Lula, torna-se mais evidente em correlação com o grau de instrução do eleitor.

- Sabedor deste quadro o Sr. Presidente vai levando o barco da governância satisfazendo a elite oligárquica, dona dos meios de produção; atendendo, pontualmente, ao povo com seus programas sociais, tachados de assistencialistas, mas que não deixam de ser positivos, a longo prazo, quanto à melhoria de vida deste eleitorado, carente de tudo. O retorno, em termos de urnas, é notório.

- Quanto à classe média, faz pensar na observação que se costuma fazer quando alguém se opõe a uma mudança que venha beneficiar à maioria, encabeçada por alguém que está no Poder e pretende nele continuar: “Enquanto a carruagem passa, os cães latem”!

- Votei sim em Lula. E, hoje, sou um coerente e leal opositor, dando o melhor de mim no sentido de fortalecer a conscientização, a mobilização e a organização do Povo na conquista de seu direito do exercício de sua cidadania ativa. Afinal, o povo é mais que ator de todo e qualquer poder. É seu autor, sua fonte!

- Sem povo consciente e organizado a História não avança.

Frei Cristóvão Pereira ofm.
freicristovao@gmail.com
Convento S.Francisco das Chagas, Belo Horizonte, 06/10/2007.

Vídeo do Enfrades 2007

Estou fazendo mais uma experiência com o uso de todas as funcionalidades que o Blog oferece e agora estou colocando no na página do You Tube um vídeo feito em 2007 lá no encontro anual dos ex-seminaristas franciscanos no Seminário Seráfico Santo Antônio, em Santos Dumont, Minas Gerais, Brasil (a localização completa é porque o Blog do Tachinha está recebendo visitas de várias cidades do Brasil e do exterior).
Neste vídeo o Orlando Álvares (Frango D´água) pediu ao frei Daniel Navarro para relembrar a música que cantávamos na capela durante a oração da noite antes dos seminaristas subirem para o dormitório. O Tachinha também começou a cantar, mas como ficou muito emocionado ele não teve garganta para continuar até o final.
O frei Daniel foi "prefeito" lá no Seminário no final da década de 50 e início da de 60 e havia mais de 40 anos que não voltava a Santos Dumont.
Para você conhecer o grupo dos ex-seminaristas basta entrar na parte da página do Tachinha que fala sobre o Enfrades

A música chama-se "Lenta e calma"

1. Lenta e calma sobre a terra desce a noite e foge a luz
Quero agora despedir-me: boa noite, meu Jesus.
2. Ó Senhor dai-nos a bênção e do mal que nos seduz.
A meus pais e a mim guardai: boa noite meu Jesus.
3. A teus pés, ó Virgem pura, peço a bênção maternal.
Boa noite, mãe querida. Boa noite, meu Jesus.

Embaixo, no final da página do Blog do Tachinha tem outros vídeos do nosso encontro de 2007. Dê uma olhada neles também.
video

terça-feira, fevereiro 05, 2008

O que uma galinha disse para a outra?

Esta eu ouvi aqui num ponto de ônibus em Juiz de Fora:

Estavam duas galinhas empoleiradas no fio de um poste. O que é que uma disse para a outra?

....

- Vamos botar pra quebrar!!!!