sábado, janeiro 12, 2008

Contador de visitas. Quem são os ilustres visitantes?

O Tachinha, como é viciado na Internet, volta e meia descobre algumas frescuragens para colocar na Portinha do Tachinha e no Blog e a última que ele colocou foi um contador de visitas no Blog (na Portinha já tem há mais tempo) e só hoje ele pode ver que o Blog já teve 8 visitas: 3 de Belo Horizonte, 1 de Congonhas, 1 de Videira, 1 de São José dos Campos, 1 de Niterói e Santa Luzia.
Quem são estes ilustres visitantes?
Você pode ver a cidade de origem das visitas clicando na lupa que tem na janela dos relógios.

Pagamento de couvert artístico.

No dia 30 de dezembro uma turma da velha guarda foi almoçar no Restaurante do Porto para se encontrar com o Chico Lima que mora em Volta Redonda.
Veja a história abaixo como está na postagem do dia 31 de dezembro.

O Francisco Lima Neves (Chico Lima - 43/47) mora em Volta Redonda e está passeando por Belo Horizonte e hospedado no Serrana Palace Hotel ao lado do prédio do Tachinha e como sempre ele deixou um recado na portaria avisando da sua chegada.
O Jaburu ficou sabendo e logo tratou de arrumar um almoço para reunir alguns da velha guarda do ENFRADES e lá fomos nós, ontem, domingo, almoçar no Restaurante do Porto.
O restaurante é especializado em comida portuguesa e bacalhau, obviamente. Lá não é só o bacalhau que é salgado não, os preços também são.
Estiveram lá o Chico Lima, Ely (Mico), Renê Ferraz, Jaburu, José Derval, Tito (Coruja/Maquita), Geraldo Amado (Lerdão) e esposa Ivanilde, José Vicente Fernandes e Tachinha.
O Renê com toda a animação e cantoria dele começou a animar a turma também e logo começamos a cantar uns Io vivat, Ó Santíssimazinha e outras mais, e os comensais que estavam em outras mesas aplaudiram as nossas cantorias e, inclusive, tivemos que nos levantar da mesa para a cantar, a pedido, para uma turma que estava almoçando no salão de dentro do restaurante e também recebemos os aplausos sem cobrar nada de couvert artístico.
A senhora da tal mesa mora em Cabo Frio e o marido dela tem uma pousada lá deixou um convite para que fôssemos passear por lá na época de baixa temporada com uma diária baixa - R$25,00.
Apesar do preço salgado - R$540,00 - foi um almoço muito gostoso e alegre.


Hoje, dia 12, o Tachinha recebeu o e-mail abaixo de um dos comensais que estava numa das mesas contando o que ele achou da nossa cantoria:

"Tive, por um desses acasos, a alegria de participar, ainda que parcial e indiretamente, do almoço que fizeram no final do ano participantes do Coral Gregoriano de Bê Agá, tendo até ousado cantarolar, com o grupo, um pouco do Peixe Vivo e da Perpétua...

Foi para mim um dos pontos altos e inesperado das comemorações de final de 2007, Natal e Ano Novo, ficando registrado como um belo momento em minha memória.

Como lembrança dele, estou mandadando anexo um das mais significativas mensagens sobre a Amizade que já recebi (o nome do autor não aparece no "powerpoint", não podendo pois registrar os seus tão merecidos créditos) com um abraço a todos.
Clóvis

P.S.: O Clóvis se enganou um pouco pois não era do Coral Gregoriano e a dúvida dele é porque o Tachinha sempre está com um "cartão" (pedaço de papel carimbado) para divulgar a famosa Portinha do Tachinha e o Clóvis imaginou que fôssemos do Coral, mas era uma turma dos velhudos mesmo.
Infelizmente a tal mensagem em Power Point não veio.
Nós, os artistas que estavam cantando no almoço, sentimo-nos "pagos" pelo couvert artístico.

Ordenação do Fiúza

Neste sábado, dia 12, o José Elias Fiúza será ordenado padre em São Gonçalo, no Rio de Janeiro.
O Fiúza estudou em Santos Dumont de 1982 a 1984 e depois passou uns anos como monge do Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro.
Depois do mosteiro ele veio para Belo Horizonte onde trabalhou como professor da Prefeitura de Belo Horizonte e há um ano, mais ou menos, resolveu pedir licença de suas funções como professor e foi para a diocese de São Gonçalo, no Rio de Janeiro.
O Tachinha "ameaçou" ir junto com o Frei Feliciano participar da ordenação do Fiúza, só que ele, Tachinha, deu bolo e não foi.
Fiúza, parabéns pela sua nova jornada e que Deus o ilumine nesta sua caminhada como padre e que você consiga desempenhar muito bem a sua missão como pastor das ovelhas no reino de Deus.
Após a sua ordenação o Fiúza passará uns dias em Belo Horizonte e já reservou uma vaga para alguns dias no apartamento do Tachinha.

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Cervejinha de quinta-feira: 10 de janeiro de 2008.

A cervejinha desta quinta-feira contou com as presenças do Jaburu, Paulo Petermann e Sônia, Aloísio Tirado (Jaó), Carlos Augusto (Coelhinho), Tachinha, Tito Guilherme (Maquita), Francisco Motta, Tachinha, José Vicente (Feijão) e Glória, Rubens Chaves (Rubinho) e sua filha Janice, Eustáquio Tadeu (Siri). O Rubinho estava passando por Belo Horizonte pois ele mora em Coronel Xavier Chaves onde tem uma pousada e o engenho mais antigo do Brasil em funcionamento e que produz a cachaça Século XVIII que, segundo os bebuns, é uma boa pedida.
O Feijão (apesar de ter aumentado muito de preço nos últimos meses) estava passeando, também, por Belo Horizonte junto com a Glória.

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Roubo de celular

Envio abaixo o e-mail que recebi do Leonardus van Geleuken (Leo), antigo sócio do Noraldino (Chibeta) na Editora Vigília, sobre roubo de celular.

ROUBO DE CELULAR

A DICA É MUITO INTERESSANTE, ATÉ PORQUE POUCA GENTE TEM O HÁBITO DE LER MANUAIS!

Com a venda do "Chip", o interesse dos ladrões por aparelhos celulares aumentou. Ficou simples para eles: é só comprar um novo chip por um preço médio de R$ 30,00 em uma operadora e instalar no aparelho roubado. Com isso, generalizou-se o roubo de aparelhos celulares. Segue então uma informação útil que os comerciantes de celulares não divulgam, uma espécie de vingança para quando roubarem seu celular: Para obter o número de série do seu telefone celular (GSM), digite *#06#
Aparecerá no visor um código de 15 algarismos. Esse código é único! Anote-o, e o conserve com cuidado. Se roubarem seu celular, telefone para a sua operadora e informe este código. O seu telefone poderá então ser completamente bloqueado, mesmo que o ladrão mude o "Chip"! Provavelmente você não recuperará o aparelho, mas quem quer que o tenha roubado não poderá mais utilizá-lo! Se todos tomarem esta precaução o roubo de celulares se tornará inútil! Envie isto a todos os seus contatos, e não esqueça de anotar o seu número de série!!

quarta-feira, janeiro 09, 2008

Artigo do Frei Beto

Leia abaixo artigo do Frei Beto publicado no jornal O Estado de São Paulo


Feliz 2008

Frei Betto - O Estado de São Paulo, quarta-feira, 02 de janeiro de 2008

Não basta o propósito de fazer novo em nossas vidas o ano de 2008. É preciso mais: fazer novas as realidades que nos cercam

O QUE há de especial em trocar de ano? Nada, exceto a convenção numérica, invenção indo-arábica, que nos permite codificar o tempo em horas, minutos e segundos e estabelecer, segundo o movimento de nosso planeta em torno do Sol e as fases da Lua, calendários que repartem o tempo em ano de 12 meses, mês com cerca de 30 dias e dia com exatas 24 horas.

Ocorre que não somos trilobitas, e sim humanos, dotados da capacidade de imprimir ao tempo caráter histórico e, à história, sentido. Mudar de ano é rito de passagem. Ressoa em nosso inconsciente o alívio por terminar um ano de tantos reveses, perdas, sofrimentos; e celebrar conquistas, avanços e vitórias. Vivemos premidos pelo mistério.

Como as partículas subatômicas, somos regidos pelo princípio da indeterminação. Essa impossibilidade de prever o futuro suscita angústia, o que nos induz a tentar decifrá-lo por via da leitura dos astros e das cartas, da sabedoria de videntes, dos búzios de pais e mães-de-santo, da rogação aos nossos santos protetores.

Esta é uma paradoxal característica da pós-modernidade: em plena era da emergência da física quântica e da falência do determinismo histórico como ideologia, acreditamos que o nosso futuro está escrito nas estrelas. Daí a inércia, a indignação imobilizadora, a impotência diante dos escândalos éticos e do descaramento com que corruptos são absolvidos por seus pares, essa letargia que em nada lembra o que se deveria comemorar neste ano: os 40 anos de Maio de 1968.

Nos países industrializados, Maio de 68 é o paradigma da rebeldia, o grito parado no ar enfim sonorizado nas manifestações estudantis, os EUA derrotados pelos vietnamitas, os Beatles reinventando a canção, a moda subvertendo parâmetros, as mulheres a conquistar o direito de se apaixonar pela primeira vez inúmeras vezes, a castração do machismo, a emergência esotérica.

Do lado sul do planeta, os anos de chumbo, os generais metendo no coldre as chaves dos Parlamentos, a utopia dependurada no pau-de-arara, as rotas do exílio se multiplicando, os mortos e desaparecidos enterrados nos arquivos secretos das Forças Armadas. Ainda assim, havia sonho, e não era motivado pela ingestão química, brotava da fome de liberdade e justiça, fomentava o desejo irrefreável a adjetivar de novo a criatividade incensurável -o cinema, a bossa, a literatura, o tropicalismo. No passado, o futuro era melhor.

Hoje, imersos nessa sociedade da hiperestetização da banalidade, na qual as imagens contraem o tempo e a "web" virtualiza o diálogo na solidão digital, andamos em busca de uma razão de viver. Perdemos o senso histórico, trocamos os vínculos de solidariedade pela conectividade eletrônica, vendemos a liberdade por um punhado de lentilhas em forma de segurança.

Em 2008, seremos chamados às urnas municipais. Haveremos de tentar discernir os idealistas dos arrivistas; os servidores públicos dos que se afogam no ego destilado na embriaguez dos aplausos; os movidos pela intransigência dos princípios éticos dos que miram os recursos do Estado como carniça fresca ofertada à sua gula insaciável.

Ano também de comemorar o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que, para vergonha de nós, católicos, até hoje não mereceu a assinatura do Estado do Vaticano.

No Brasil, é hora de a declaração ser transferida do papel à realidade social. Em que pese a atuação corajosa da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, é impossível celebrar conquistas em direitos humanos enquanto a polícia estigmatiza como suposto traficante o morador de favela; o Judiciário promove a orgia compulsória ao trancafiar mulheres em celas repletas de homens; indígenas e quilombolas são condenados à miséria por descaso das autoridades; a frouxidão da lei cobre de imunidade corruptos e de impunidade bandidos e assassinos.

Não basta o propósito sincero de fazer novo em nossas vidas o ano de 2008. É preciso mais: fazer novas as realidades que nos cercam, de modo que ocorram mudanças efetivas e a paz floresça como fruto da justiça. Feliz 2008, Brasil!

CARLOS ALBERTO LIBÂNIO CHRISTO , o Frei Betto, 63, frade dominicano e escritor, é autor de, entre outras obras, "A arte de semear estrelas". Foi assessor especial da Presidência da República (2003-2004).

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Vírus, hackers, invasão, sacanagem

A Internet. além das inúmeras coisas boas e interessantes que oferece, tem também, as sacanagens e tudo o mais que as pessoas pilantras e os que se aproveitam de todas as brechas para dar o cano nos que estão conectados.
Eu tenho uma página no Orkut que já foi retirada do ar sem mais nem menos (pelo menos é o que eu imagino) e disseram que eu tinha infringido os termos de uso, e volta e meia recebo uma mensagem pedindo para clicar num link sobre um vídeo que, obviamente, imagino que seja um vírus.
Nesta semana recebi uma tal mensagem no Orkut do Daniel Schoenmaker, filho do Nicolau (Holandês) e, como macaco velho na Internet, estranhei a mensagem do Daniel e não abri, pois iria perguntar a ele sobre a mensagem e logo depois recebi um e-mail dele informando que estavam usando o nome e a página dele para tentar enviar vírus para os que abrissem o e-mail.
Ontem recebi uma tal mensagem no Orkut do Paulo Toschi, ex-seminarista do Itabé, em São Carlos, em São Paulo, e, como nunca tinha recebido nenhuma mensagem dele de tal tipo mandei um e-mail para ele comunicando tal fato e, em resposta, recebi este e-mail de volta:

Atenção, eu não mandei VIDEO para ninguém, é coisa de rackers mal intencionados. Apaguem, apaguem. Se clicarem no video, TODOS OS SEUS
AMIGOS vão receber um video igual como se fosse de vocês Isto é coisa bandido.Esta mensagem foi enviada por Paulo Toschi. Para ver o perfil de Paulo, clique em: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=4378024627795994528


Acessem a página dele e conheçam o perfil dele. Ele é o autor do livro "Palavra de Seminarista" e que é uma "cópia" escrita dos tempos de todos os seminários antes do Concílio Vaticano II.
Abram o olho e não embarquem em nenhuma canoa furada ou mensagens que receber pela Internet, mesmo que sejam de alguém que você conheça. O Tachinha, por exemplo, que é meio viciado na Internet, não enviaria tal mensagem para você sem uma dica explícita de que é ele mesmo que está enviando.

Como dizia, antigamente, o Ibrahim Sued "cavalo não sobe escada" e, olha que na época dele não tinha a sacangem que usam na Internet para dar uma rasteira em você e colocar vírus no seu computador.

Dúvida gramatical ou butecal

Veja abaixo a resposta do Dante (Elefante) sobre a minha dúvida gramático-butecal (o certo seria botecal).

Prezado senhor,

Considerando a gravidade de sua dúvida abaixo, postada em seu blog, explicamos que o correto é o senhor retornar para as skolas da vida que soluciona a sua dúvida.

Entretanto, para um bom amante do etílico, depois da primeira skol, a partir da segunda, o que interessa saber o plural? Esqueça e apenas sorva um pouco mais do etílico.

abraços. (depois mando a conta)

Dante da Cunha Sousa