sexta-feira, janeiro 04, 2008

Dúvida gramatical ou butecal

O Tachinha teve hoje uma dúvida gramatical ou butecal. Para espantar um pouco o calor ele foi a um bar em frente ao prédio onde mora.
No quarteirão onde ele mora tem perto um monte de coisas (para despeito de quem diz que ele mora na....): 3 supermercados, 2 sacolões, padaria, farmácia, 5 bancas de jornal, hotel e o Mercado Central e um monte de coisas.
No final, ao pagar a conta, surgiu uma dúvida:
Ele tomou 2 cervejas e se tivesse sido da Brahmma, seriam duas Brahmmas; se fosse da Antárctica, seriam 2 Antárcticas; se fosse da Bohêmia, seriam 2 Bohêmias; mas como ele tomou da Skol, seria o quê: 2 ????????
Como a palavra os professores de Português ou os butequeiros da vida para dar a resposta correta.

Cervejinha de quinta-feira: 03 de janeiro de 2008.

A cervejinha desta quinta-feira foi no ritmo de férias aqui em Belo Horizonte, pois só estiveram por lá o Jaburu, Tachinha, José Derval, Aloísio Tirado (Jaó) e Carlos Augusto (Coelhinho) e o desembargador Otávio Portes, amigo do Jaburu.
Na mesa ao lado, como sempre, o Milton, da Borda do Campo.
Belo Horizonte no mês de janeiro fica bem diferente pois um montão de gente vai de férias para as praias mineiras: Cabo Frio, Marataízes, Guarapari, Piuma, Nova Almeida, Alcobaça e Porto Seguro.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Aniversariantes do mês de janeiro

Veja abaixo os aniversariantes no mês de janeiro. Se você faz aniversário em janeiro e o seu nome não está na relação é porque a sua ficha está desatualizada e, portanto, entre em contato com o Tachinha.
Nos e-mail o arroba (@) foi substituido pelo (&) para fugir dos caçadores de e-mails para fazer spam.

1 Noraldino Lopes Barreto - (Chibeta – 1952/58)
1 Valjean Lopes da Silva – (Canela – 1961/63) - valjeanlopes&globo.com
1 José Flávio Ferreira - (Pacu – 1962)
1 Frei Gilberto Martins Custódio
1 Frei José Aguinaldo Querobino
2 Frei Vanderson Roberto da Silva
3 Antônio Bernardes de Faria – (1967)
3 Frei Maílson de Almeida Dias
5 Frei Jaime Eduardo Ribeiro
5 Paulo Henrique Apipe A. Paiva – (Apipe – 2004/06) – paulojufra&yahoo.com.br
6 Adilson Teixeira dos Reis – (1967)
7 Dirceu Jorge Cheib – (Bicudo – 194848/52) – bemol-bh&zaz.com.br
7 Walmir Padilha Elias – (Pai de Santo – 1967)
8 Jairo Chaves (1958)
8 Eraldo de Oliveira Pereira – (Chucu – 1958/63)
8 Nélio Morais Gomes (1965/66)
8 Marcos Antônio da Cruz – (Cruz – 1996) – marcoscruz&brfree.com.br
9 Frei Berardo Kleuskens
9 Lauro Lucas Pereira – (Pingüim – 1954/56)
9 Rubens Resende Chaves - (Rubinho – 1944/47) rubenschaves&mgconecta.com.br
10 Marco Aurélio Medeiros - (1957) – carlsonmedeiros&ituiutaba.uemg.br
11 Márcio Antônio Guimarães – (Itaúna – 1958/53) – mguimaraes&uaivip.com.br
12 Francisco Alexandre Viana – (1994)
13 Ricardo de Almeida Cruz – (Grilo – 1960/63) ricardo.cruz&bartucada.com.br
13 Humberto Antônio Oselieri – (1968)
13 José Calixto Alvim – (1968)
14 Hilnar Heriberto Krolmann – (Espinho – 1950/55)
15 Francisco Eustáquio Pereira da Rocha – (Jiló – 1962/66)
15 Luiz Otávio de Macedo Pinto – (1964)
16 Afonso Celso Peixoto – (1960/64)
17 Rubem Antônio Reis Lara – (Bichano – 1958/60)
19 Clóvis Nunes de Lima – (1961/65)
19 Frei Frederico Voorvelt
19 Frei Antônio Francisco Blankendaal
19 Geraldo Sebastião Silva – (Catilina – 1962/63)
20 Frei Pedro José de Assis
20 Sebastião Marino Scaldaferri - (Ambrosinho – 1947/48)
20 Sebastião Ramos dos Santos – (1961/63)
20 Evandro Luiz Soares Ferreira – (1964)
21 Frei Orlando de Moraes
21 Marlon Gomes de Souza – (1986/88)
22 José Alencar da Cunha Neto (Alencar – 1966/67)
22 Helmo Amaral – (1983/86) – helmoamaral&bol.com.br
23 Divino Barbosa da Silva – (Capitão – 1956/62)
23 Gervásio Vagner Rocha – (1960)
23 Ubirajara Melo – (1947)
23 Júlio César Teixeira Pinto – (1986/91)
24 Fernando Guimarães Amaral (Bolão - 1960/64)
24 Francisco Montanari Rimoli – (Chicão – 1940)
24 Paulo Gomes da Silva – (Minhoca – 1954)
25 Frei Jorge Geerlings
25 José Juventino Faria - (Jumentinho - 1965/69) - jjfaria&terra.com.br
26 José Soares Anunciação – (Baiano - 1976/77)
28 Bartolmeu Mendonça Praxedes (Castor – 1964/68) – zbm&zbmsomluz.com.br
28 Francisco Antônio da Silva – (1968/70)
28 Ocimar Messias Lima Dias – (Topo Gigio – 1984/88) – ocimarmessias&gmail.com
28 Sérgio Cláudio Santana – (1986)
29 Eurico Patto Gomes – (1961)
29 Raimundo Ramiro Amorim - (Caburé)
30 Silvânio José de Araújo – (Baiano – 1960/63)
30 Frei Geraldo Luciano Claret
30 Antônio Fernando Guimarães – (1962)

quarta-feira, janeiro 02, 2008

Artigo do Rosário: Deus é...

Leia abaixo o último artigo enviado pelo Rosário Resende.

Paz plena...
Irmãos e amigos do ENFRADES...
Que a PAZ habite o coração de cada um e que todos tenham a mente livre para irmos em busca da VERDADE MAIOR, mas antes temos que nos entender muito bem, conhecendo a nossa verdade como seres cósmicos em constante evolução, pois só assim seremos livres para ir em busca da VERDADE MAIOR, que é DEUS.
Um próspero ANO NOVO para cada.
Paz plena... Rosário.

P.S.: Eis mais um artigo meu que foi publicado no jornal O TEMPO:

190 - Deus é - publicado em 28/12/2007.
Parabenizo ao teólogo Leonardo Boff pelo artigo: "A moda Deus" (Opinião 14/12). Realmente muitos já escreveram e tentaram dissecar Deus, mas sempre ficaram limitados às próprias capacidades de compreensão e de explicação sobre Deus. Deus não é um delírio e nem uma utopia. Deus não é um ser ou um local para o nosso descanso ou repouso no futuro. O maior erro ou engano dos defensores da Teologia da Libertação foi misturá-la com as idéias atéias do marxismo e aí só a entenderam dentro de uma visão exotérica e não esotérica, perdendo-se assim no mistério e nas próprias ignorâncias sobre Deus.
Muitos pensadores e filósofos religiosos confundiram Deus, que é o Espírito Incriado e que pode ir onde desejar, com o conjunto cósmico, no qual tudo está contido. E assim surgiram o panteísmo e o monismo. Já os teólogos, além da confusão anterior, também julgaram que Deus era o conjunto de todos os espíritos e assim aceitaram o mistério do Deus uno e trino, pois não sabiam como explicar nada e nem a existência deles mesmos. Outros ainda pensaram que Deus era um tirano, que tinha de ser temido ou um juiz, que só ficava a espreita de que cometêssemos pecados para nos condenar ao inferno eterno.
Quando chegou a hora certa da compreensão da verdade Kardec surgiu entre nós e abriu para quem quiser as portas do esclarecimento para nossa melhor compreensão de Deus e de nós também, pois somos espíritos em constante evolução. E para esse entendimento torna-se necessária a união da ciência (razão) com a religião (emoção). Abriu-se assim o caminho para a Nova Era, que é também um Mundo de Regeneração.
Rosário Américo de Resende, ex-professor da UFMG.
Belo Horizonte, 14/12/2007

segunda-feira, dezembro 31, 2007

Almoço com o Chico Lima

O Francisco Lima Neves (Chico Lima - 43/47) mora em Volta Redonda e está passeando por Belo Horizonte e hospedado no Serrana Palace Hotel ao lado do prédio do Tachinha e como sempre ele deixou um recado na portaria avisando da sua chegada.
O Jaburu ficou sabendo e logo tratou de arrumar um almoço para reunir alguns da velha guarda do ENFRADES e lá fomos nós, ontem, domingo, almoçar no Restaurante do Porto.
O restaurante é especializado em comida portuguesa e bacalhau, obviamente. Lá não é só o bacalhau que é salgado não, os preços também são.
Estiveram lá o Chico Lima, Ely (Mico), Renê Ferraz, Jaburu, José Derval, Tito (Coruja/Maquita), Geraldo Amado (Lerdão) e esposa Ivanilde, José Vicente Fernandes e Tachinha.
O Renê com toda a animação e cantoria dele começou a animar a turma também e logo começamos a cantar uns Io vivat, Ó Santíssimazinha e outras mais, e os comensais que estavam em outras mesas aplaudiram as nossas cantorias e, inclusive, tivemos que nos levantar da mesa para a cantar, a pedido, para uma turma que estava almoçando no salão de dentro do restaurante e também recebemos os aplausos sem cobrar nada de couvert artístico.
A senhora da tal mesa mora em Cabo Frio e o marido dela tem uma pousada lá deixou um convite para que fôssemos passear por lá na época de baixa temporada com uma diária baixa - R$25,00.
Apesar do preço salgado - R$540,00 - foi um almoço muito gostoso e alegre.

Jantar de final de ano

No dia 28 de dezembro tivemos o nosso jantar de final de ano no restaurante do Minas I. Foi uma noite bem agradável e bastante alegre e que conseguimos espichar um pouco mais só sendo servido o jantar quando as barrigas já estavam roncando.
Participaram do jantar: Renê Ferraz; Ronald Claver e seu filho Tiago; Carlos Augusto (Coelho); José Derval; Carlos Gohn; Dante e Thaís; Gilberto Zanoli; Vicente Morais (Pinga) e Ângela; Jaburu; Adeir e Vera; Aloísio Tirado (Jaó); Amaury; Carlos César (Palito) e Patrícia; Paulo Petermann e Sônia; Afonso Resende (Proveta); Divaldo; Valjean (Canela); José Lembi e Vera; Gilberto Garcia e Marina e o filho Patrick; Manoel Faria e Angélica; Amir, irmão do Adeir, e esposa, e Tachinha.

Complementando a notícia do jantar aí vai um recado recebido do José Juventino (Jumentinho), que mora em São Paulo, com a sugestão de uma data mais "facilitadora":

Gostaria de deixar uma sugestão para o próximo ano quanto a data do churrasco e jantar de confraternização do final de ano, que seja comemorado até o dia 15/12, assim, as pessoas do "interior", que desejassem participar teriam mais tempo para a viagem, não achas?. senão, tem que sair correndo dai para participar dos festejos em casa.
Abraços...
Juventino

domingo, dezembro 30, 2007

Poemas do Ronald Claver

Leia abaixo alguns "poemas enluarados para a virada do ano" enviados pelo Ronald Claver.


POEMAS ENLUARADOS ALGUNS NEM TANTO
RonaldClaver



OS DESCAMINHOS DO CORAÇÃO

Meu coração está parado na esquina
Do mundo
À espera do primeiro tiro ou ternura
Estou do outro lado do mundo
Às margens da vida e do lado esquerdo da morte
Sob o signo do amor e da loucura.

Por que não nos lambuzamos de sexo e sêmen
E na mistura dos corpos deixamos gravados
No lençol
A transparência do amor
Seu risco e vôo.

E depois espelhar meu corpo
No seu corpo, baralhar as mãos
Deslizar os pêlos, disfarçar a dor
E virar de avesso o coração.

Múltiplo de mim estou perdido
Em seu olho e giro
Giramos
Á procura de uma porta, fresta,
Túnel ou luz

Quero dizer que te amo
Mesmo quando adiamos o amor
Ou viajamos outros corações

Estou no centro do mundo
Estou no centro de seu coração
E circulo em seu sangue
As asperezas do ofício de amar.



TÍMIDO ESTE CORAÇÃO


Meu coração , este tímido e trágico
Coração, acomodado aos relâmpagos
E relevos dos corpo acorda
Em seus olhos a ferocidade
Deste amor que é fogo, fúria.

Nós que já traçamos no lençol
As rotas do coração, tatuamos
Na carne as marcas e garras
As facas e farpas, paisagens
Painéis, viagens

Estamos à deriva da paixão e da carne
E consumimos pele a pele, pêlo a pêlo
Trilha a trilha o avesso e a transparência
Do amor que é água e às vezes, ilha.

Tímido este coração é trágica sua nudez
E fome que ruboriza e acelera
Ao simples rumor de seu nome.



DOS ENLUARADOS

Só o amor
Pode curar
O amor só,
Só o amor
Procura
Nas curvas da paixão
O abandono dos desvairados
Dos enamorados,
Dos enluarados
O amor só
Não cura o amor
Só o amor
Queira-me livre
Leve, levemente
Dolorido de luar

Beba-me
Com a sede
De seus rios

Beija-me
Com os beijos
De sua boca

Queira-me
Com os quereres
De sua ternura

Deseje-me
Com as carícias
De sua paixão

Te quero perto
Do coração
Dentro do coração
Dos olhos
De corpo inteiro

GOSTOSURAS DO QUERER

Prefiro o ócio ao ofício
E o doce pecado do cio.

Nunca temperei corações glaciais
Prefiro paixões passionais.

Não resolvi a equação dos corações
Racionais, prefiro os tropicais.

Em minha matemática do amor a soma de dois
Resulta em um, já que um é a soma de dois.

Confesso que amansei o galope das tempestades
Bebi noites de açoites e exílios.

Nada sei da rota das especiarias
Mas aportei em seu porto a partir das calmarias

Me rendi ao tecer com dedos de bilro
As rendas de seu coração

Quero provocar o vulcão que guarda
No lado esquerdo da sedução

Invento palavras, descubro paisagens, viajo secretos códigos, visito impossíveis ilhas e traço no limite de seu corpo a trilha da paixão.

Prefiro o ofício do ócio e o deleite do cio e
A gostosura de te querer sem usura.

LUA DAQUELE TEMPO

Quando a lua parnasiana e pálida aparece redonda vagalumeando na outra margem do rio meus sonhos são verdes e imaturos. Os seios da moça amada, imaginada são luas que quartocrescem nos olhos e no desejo. Quando mocinhos e bandidos duelam ao sol, Marilyn Monroe é pecado que mora no lado esquerdo. Quando do outro lado da rua, a lua – atlântica e romântica- ilumina minhas lembranças, Brigitte Bardot, minha namorada nada secreta, escorre em mim, água sempre morna, no banheiro do colégio interno, onde Deus tudo vê, espreita e pune. Quando o topete de Elvis Presley é minha guitarra e não danço o último tango de Brando em Paris e Garrincha entorta o mundo com seu jeito de torto de driblar a vida, a lua é moderna e poluída sem brilho, violão ou janela. É elétrica e dá choque.

A LUA

A lua tem dois lados
O lado que vemos
E o lado que desejamos ver

De um lado tem Jorge
Ogum guerreiro passeando
Num mar de tranqüilidade
Com as botas astronautas

Do outro lado é onde
Reside o mel da sedução
O possível paraíso
O porto inseguro do amor

É lá que você está
E para lá que quero ir.

A lua do espelho

E se de repente eu me perder
Nos ermos de seu corpo
E esquecer que te prometi
A lua?

E se de repente eu quebrar
O espelho e te vir
Transparente e nua?