sexta-feira, maio 04, 2007

Cartuchos e CDs virgens

Os que moram em Belo Horizonte e gostam de comprar CDs virgens e cartuchos para impressoras tem um bom endereço aqui perto do Mercado Central, a loja Mercotape na Rua Curitiba, 1.410, quase esquina da Av. Bias Fortes. A loja tem uma grande variedade de marcas de CDs e com um preço muito bom, além de cartuchos para impressoras. Eu uso a impressora Epson e os cartuchos originais custam uns R$30,00 e lá na loja custam R$10,00. Não são originais mas servem muito bem. A loja tem estacionamento bem em frente à loja. A página na Internet é: www.mercotape.coml.br e o telefone é: 3213-1344
Outro endereço interessante é da Dwmidia. Veja a página na Internet: http://www.dwmidia.com.br/

Telefone celular: quer comprar?

O Eustáquio Tadeu (Siri) está vendendo um telefone celular Nokia 6131. O telefone tira fotos, grava música em MP3, grava e...o melhor de tudo pode ser usado como telefone, tanto para fazer ligação como para receber.
O preço de mercado dele é de 1.000,00 e ele está vendendo a 600,00.
O dia das mães está aí e se alguém quiser dar um bom presente é só entrar em contato com o Tachinha.

Cervejinha de quinta-feira: 03 de maio de 2007

A cervejinha desta quinta-feira foi especial pois tivemos a volta do Frei Cristóvão, também conhecido como Frei Capeta. Ele estava sumido das nossas cervejinhas desde o final do nosso encontro do ano passado lá em Santos Dumont.
Estiveram lá o Jaburu, Frei Cristóvão, Paulo Roberto (Batata) e sua esposa Neuma, Paulo Petermann (Paulo Ébrio), Alex Fantini, Ricardo Cruz (Grilo), José Lembi (Pelado), José Derval, Amaury, Tachinha, Aloísio Tirado (Jaó), Carlos Augusto (Coelhinho), Noraldino (Chibeta), Antônio Márcio (Bangalão).
Foi uma noite agradável, como sempre, e eu, Tachinha, só sinto saudades dos tempos em que cantávamos músicas de serestas e canto gregoriano.

quinta-feira, maio 03, 2007

Quem vai responder certo?

Este "enigma" o Tachinha ouviu no Bar do Tang, bar aqui em baixo do prédio onde ele mora:
"O pai do padre é filho único do meu pai. O que é que o padre é meu?
Mande a sua resposta para o e-mai do Tachinha: enfrades@yahoo.com.br

Cervejinha de quinta-feira: 26 de abril

A cervejinha desta quinta-feira (de 26 de abril) contou com a presença do Jaburu, Noraldino (Chibeta), Aloísio Tirado (Jaó), Antônio Vale (Cogumelo), Carlos César (Palito), Abelardo Mendes e Liduína, de Brasília; Tachinha

terça-feira, maio 01, 2007

Artigo do Frei Beto - Geraldo Magela

Envio, abaixo, o e-mail recebido do Geraldo Magela de Souza Pontes (Magela - 80/81) com o texto de um livro de Frei Beto. O Magela mora em Sete Lagoas, onde é professor. Ele é "gás nobre", ou seja, não se mistura pois nunca nos deu a graça de aparecer nos nossos encontros lá em Santos Dumont. Ele é, também, um grande músico (flautista) e bem que poderia ser juntar à plêiade de artistas que aparecem lá no Enfrades. Ainda há esperança de que ele vá experimentar o sabor da nossa alegria.
Amigos,
Acabei de reler pela terceira vez o livro GOSTO DE UVA de FREI BETTO.
Recomendo a todos. Vejam este trecho (anexo)

Um abraço.

PAZ E BEM
O SUICIDIO DE JOVENS

O dado é estarrecedor: segundo o IBGE, no Brasil o número de suicídio de jovens aumentou 30% entre 1991 e 2000. Os jornais, por princípio, não registram esse tipo de noticia. Um colégio de elite, em Belo Horizonte, per­deu, num ano, cinco alunos do ensino médio. O que leva um adolescente a pôr firm à própria vida? Não me refiro aqui aos que são tomados pela depressão, malgrado todo amor e cuidado da família.
São muitos os fatores que, somados, se resumem à frustração. Frente a tamanho desencanto, não vale a pena viver. De cima de um prédio, modo freqüente, o jovem se atira rumo à morte. O gesto encerra, sem dúvida, uma forma de protesto. É como se exclamasse: Parem o mundo porque eu vou descer.
Frustração frente a quê? Às ambições desmedidas. Ninguém se desespera por perder algo a que não dá valor. Onde está o teu coração, aí está o tesouro, disse Jesus. Nessa sociedade consumista, na qual estamos permanentemente cercados pela parafernália publicitária, é difícil escapar do falso paradigma de que o nosso valor enraíza-se naquilo que possuímos, no que temos, e não no que somos. Sem recursos para saciar suas ambições de consumo, o jovem prefere dar cabo à própria vida. Ou enfia a cara nas drogas, que o fazem alienar-se da realidade e, por vezes, sentir-se como um super homem. A química imprime na ilusão o que a auto-estima deveria gravar no coração.
O processo de sentir-se deserdado se inicia na infância, quando os pais não cobrem o filho de afeto e atenção, e julgam poder trocar o dom de si pelo presente: a bicicleta, a moto, o carro. É a omissão tentando terceirizar, via consumo, o que a afeição deveria assumir.
Ainda que a família cubra o filho de afeto, é insuficiente se não lhe são transmitidos valores éticos. Se para o jovem a escala de valores coincide com a do mercado - competição, sucesso, enriquecimento -, nada a estranhar quando, náufrago desse alpinismo social, ele se sente um fracassado. Então, joga no lixo a vida da qual não se orgulha e na qual não se sente feliz.
A morte é um tabu em nossa sociedade. Quase ninguém quer encará­-la de frente. O que é destino tornou-se falta. Embora todos haveremos de ser consumidos e consumados por ela, vivemos como se ela não existisse.

Ora, educar é abordar tudo que diz respeito à vida, sobretudo as situações­ limite, como ruptura afetiva, fracasso, desespero, enfermidade, sexualida­de, experiência de Deus e morte.

No dia em que as famílias e as escolas tratarem o sentido da vida como valor subjetivo, e a morte como algo inerente à vida, findo o tabu estará aberta a porta proibida. Os infelizes não mais tentarão derrubá-la para que todos ouçam o tremendo ruído nesse teatro em que o único ator chama a atenção da platéia exatamente ao se ausentar de cena. É dando sentido à vida que a morte ganha razão de ser. Não como evasão. E sim como travessia.

domingo, abril 29, 2007

Falecimento Devanil.

O Tachinha está tentando atualizar os endereços nas fichas do pessoal do Enfrades para tentarmos fazer uma nova cadernetinha.
Ele tem o costume de ir fazendo anotações em pedaços de papel e que ficam guardados e perdidos. Fazendo uma faxina na papelada ele achou um telefone de referência para localizar o Devanil José Leandro (Coca) e, para sua desagradável surpresa, foi informado que o mesmo havia falecido há uns 8 anos.
O Coca é da época de 58/61 e era muito ligado à música e estava morando em Sorocaba, em São Paulo, onde sofreu um enfarte agudo.

Artigo do Rosário: Salvação

Leia abaixo o último artigo enviado pelo Rosário.

Paz plena... Paz plena... Paz plena...
Meus irmãos e amigos do ENFRADES, um abraço.
A responsabilidade de quem deseja divulgar a verdade é muito grande, pois muitas vezes fala-se em assuntos já considerados como verdades indiscutíveis, mas que não passam por nenhuma análise racional. lógica e pura. Mas como está escrito no Evangelho que só podemos falar daquilo que sabemos e só podemos testemunhar aquilo que vimos (João 3,11). Então temos que ir em frente, mesmo que não contamos com a aprovação de muita gente. Temos que ensinar a verdade que liberta (João 8,32) e que passa por todo tipo de análise lógica e racional. A quem este trabalho não agrade, pedimos desculpas, mas temos que continuar caminhando rumo à perfeição.
Paz plena...
Rosário.
P.S. Meu amigo Hugo, autor do artigo no qual me baseei este meu. Veja a mudança na última frase publicada, entre o artigo original e o que foi publicado. A retirada do "e assim" e a colocação de um "ponto", dificulta a boa compreensão do assunto. Mas já está ótimo, eis o que foi publicado: "Os cristãos erraram ao aceitar cega e irracionalmente a "teologia de sangue", como se sangue derramado aplacasse a ira de Deus. Deus reconciliou com todo o gênero humano, perdoando o pecado de Adão e Eva".
172 - Salvação - publicado em 28/04/2007.
Parabéns ao leitor Hugo Alvarenga Novaes pelo esclarecedor artigo: "Salvação" (Opinião 27/4). A síntese para compreender todo o processo de nossa salvação é tão simples, que até parece com a famosa descoberta de Colombo: "a cada um segundo suas obras".
O Hugo cita alguns trechos bíblicos, mas esta síntese também está confirmada na oração do Pai-Nosso, que todo cristão gosta de rezar: "E perdoa-nos as nossas dívidas (ofensas), como também nós perdoamos aos nossos devedores (àqueles que nos ofenderam)" (Mt 6,12).
O grande problema surgiu por causa dos profissionais religiosos, que vivem de suas religiões e esquecem das coisas de Deus. Estes ainda tentaram padronizar a Deus e tudo conforme aos seus interesses, criaram leis em benefícios deles e ainda disseram que tudo era por ordem de Deus ou para agradar a Deus. O maior erro dos cristãos foi a aceitação cega e irracional da "teologia de sangue", como se sangue derramado aplacasse a ira de Deus e assim Deus reconciliou com todo o gênero humano, perdoando o pecado de Adão e Eva.
Rosário Américo de Resende, ex-professor da UFMG.
Belo Horizonte, 27/04/2007