quarta-feira, novembro 15, 2006

Artigo do Rosário: Leonardo Boff

Leia abaixo o último artigo enviado pelo Rosário.

Paz plena... Paz plena... Paz plena....
Caros amigos do ENFRADES, que a paz habite o coração de cada um.
Se o teólogo Leonardo Boff continuasse defendendo a Teologia da Libertação ele seria muito mais útil ao futuro da humanidade. Nessa condição ele iria continuar buscando a VERDADE, que liberta (João 8,32), pois aqui está também o objetivo e a busca da Teologia da Libertação.
Lembro-me muito bem, que quando tive o meu nascimento do alto (João 3,3 e 7), passei a viver como se tivesse tirado uma cadeia invisível de mim e estava vivendo livre na rua. Disse isso para um psiquiatra e ele me respondeu: "Mas, você não pode viver livre assim. Por isso confirmo o meu diagnóstico inicial: você está doente, precisa fazer analise e tomar remédios". Isso foi no início do ano de 1980 e foi muito difícil vencer essa etapa em minha vida, que durou o início de 1986, quando cancelei uma aposentadoria por invalidez em 10/092/1986 e voltei a trabalhar em 19/03/1986.
Paz plena.... Rosário.

156 - Boff - publicado em 15/11/2006.

O teólogo Leonardo Boff no artigo: "Lula e a derrota da casa-grande" de 27/10 apresenta suas teses como se o Lula tivesse vivido na senzala ou vindo da mesma. Para mim, artigos, como esse, destroem toda a visão teológica defendida pelo grande idealizador da Teologia da Libertação. Esta, sim, deveria ser sempre a bandeira defendida pelo teólogo Boff contra a tirania da fé imposta por Roma e seus representantes aos seus fiéis.

O teólogo Boff fala contra a casa-grande, mas ele é um habitante da casa-grande, até mesmo quando participa de movimentos dos sem-terra e de outros excluídos, ele sempre continua sempre tratado como um "sinhozinho".

O Boff nunca diz que o PT foi fundado por agentes doutrinados nos regimes comunistas da Rússia e de Cuba, que foram e são sistemas de governos totalitários e nunca socialistas. Por que o Fidel ainda continua com um poder absoluto em Cuba? Ele e os guerrilheiros dele derrubaram um ditador para colocar um outro ditador no poder. Ditador por ditador, prefiro aquele que me da liberdade de pensar e de crer. Os tais agentes usaram dos movimentos sociais da Igreja para conquistarem o poder, pois precisavam de votos, mas nunca esqueceram dos métodos aprendidos em Cuba ou na Rússia.

Boff, volte a defender e a divulgar a Teologia da Libertação! Seja um profeta do bem, da luz e do verdadeiro amor para com todos, buscando sempre a verdade maior!

Rosário Américo de Resende.

Ex-professor da UFMG.

Belo Horizonte, 29/10/2006.

domingo, novembro 12, 2006

Artigo do Rosário: Privatização

Leia abaixo o último artigo enviado pelo Rosário.

Paz plena... Paz plena... Paz plena...
Meus amigos e companheiros do ENFRADES, que a PAZ habite o coração de cada uma.

Continuo enviando artigos para o jornal O TEMPO, mas nos dois últimos meses apenas 4 dos 9, que enviei, foram publicados.

Mas já está bom, pois vou aos poucos divulgando as minhas idéias. Procuro sempre ser ético em tudo e fiel ao Evangelho de Jesus, que nos ensina a perdoar sempre, a amar como ele nos amou e buscando o entendimento da Verdade.
Paz plena para todos...
Rosário Américo de Resende.

154 - Privatização- publicado em 31/10/2006. .

Parabéns ao leitor Raimundo Dornelas e ao colunista Luiz Leitão pelos artigos: "Privatização" e "Privatização ou privataria?", de 28/10. Concordo com as teses de ambos, pois uma companhia bem administrada tem que gerar bons resultados, seja ela estatal ou privada.

Uma eficiente empresa privada nunca emprega uma pessoa por ela ser apenas amiga do presidente, mas as empresas estatais são cabides de empregos de muitos políticos derrotados do partido do governador ou do presidente. Em geral os políticos profissionais não são bons administradores, mas o governo sempre cobria e cobre os rombos originados das péssimas administrações. Os bancos estatais mineiros: Bemge, Credireal e Minas-Caixa foram sempre utilizados para empréstimos aos políticos, que quase sempre deram calotes ou não pagaram nada! Procurem saber qual é o relacionamento dos ex-presidentes e ex-diretores da CEF com a CEF.

Para mim, os governos têm que gerenciar os municípios, os estados, a União e nunca as empresas, que geram bens e serviços. As empresas estatais não são patrimônios do povo, como dizem demagogicamente os políticos, mas de seus empregados, estes sim usufruem dos benefícios de trabalharem para grandes empresas do governo federal ou estadual. E estes são os que não querem a privatização, pois ser empregado do governo é muito melhor do que ser empregado de uma pessoa jurídica, que é administrada para dar lucros.

Rosário Américo de Resende.

Ex-professor da UFMG. Belo Horizonte, 29/10/2006.