terça-feira, dezembro 12, 2006

Artigo do Rosário: - Bíblia

Leia abaixo o último artigo enviado pelo Rosário:

Paz plena... Paz plena... Paz plena...
Amigos do ENFRADES, um grande abraço.
No dia em que todos os seres humanos passarem a respeitar e a amar ao próximo, como Jesus nos ensinou, iremos construir o CÉU já aqui nesta terra.
Para que isso aconteça torna-se necessário a libertação de todos os princípios que tiram a nossa liberdade até de pensar. E este é o objetivo das minhas publicações no jornal O TEMPO. Ninguém precisa concordar comigo, mas também não aceito mais me falar como me falavam quando eu era apenas uma criança e me apresentavam um DEUS anticristão, que agia com muita tirania e falta de amor para com os pecadores.
Jesus sempre disse que condenava o pecado, mas não condenava o pecador, pois a este ele sempre demonstrou muito amor e compreensão.
Paz plena... O irmão em Cristo,
Rosário.

158 – Bíblia - publicado em 12/12/2006.

Parabéns ao colunista José Reis Chaves pelo artigo: "O que é e o que não é a Bíblia" de 27/11, pois podemos entender um pouco mais sobre a Bíblia quando pessoas possam pensar e comentar livremente sobre a mesma.

Um grande erro teológico, que foi imposto pelos líderes religiosos, é o conceito de que a Bíblia é a palavra de Deus. A Bíblia e as traduções bíblicas são inspiradas por espíritos, como todos os outros livros também o são. O espírito, que inspira, é do mesmo nível evolutivo do autor do livro bíblico ou não. Todo espírito encarnado tem o seu companheiro desencarnado ou o seu anjo de guarda. A vitória do encarnado é também uma vitória do seu anjo de guarda, pois é um trabalho em dupla.

Ninguém reencarnaria livremente se não tivesse uma garantia de uma proteção e de que só tem possibilidade de melhorar. Cada um está num nível evolutivo e só existe a evolução, então não existe a involução.

Deus é uno e não é trino. Dizer que Deus é trino foi e ainda é um dos maiores erros teológicos. A idéia sobre a "trindade divina" originou-se da geração de um ser humano: pai, mãe e filho ou filha. O conhecimento sobre a geração de um novo ser humano foi transferido para o plano invisível e teológico, como se o início da criação fosse um processo semelhante ao do nascimento de um novo ser humano. Assim surgiram-se muitas mitologias sobre o início da vida humana na terra e sobre o início da criação cósmica.

Rosário Américo de Resende, ex-professor da UFMG.

Belo Horizonte, 31/11/ 2006.

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