quarta-feira, dezembro 07, 2005

Artigos do Rosário:

110 - Xadrez e matemática - publicado em 01/07/2005.

Parabéns para o colunista Sebastião Nunes pelo fantástico e instrutivo artigo: “Guerra e paz em tabuleiro de xadrez” de 26/06/2005. Artigos como esses deveriam ser comentados, analisados e dissecados pela mídia em geral, pois ajudam muito mesmo na busca da compreensão e solução dos problemas da humanidade, como também colaboram para o entendimento do inconsciente do ser humano.
Aprendi a jogar xadrez num seminário interno, quando tinha doze anos. Só joguei por diversão, sempre com intenção de aprender os segredos do xadrez e também de vencer. Um dos meus professores e bom enxadrista, quando viu que ia perder uma partida para mim, interrompeu o jogo e nunca mais jogou comigo. Nasci com o dom de aprender com facilidade os cálculos e os enigmas da matemática. Em 1980 fui considerado como um esquizofrênico pela psiquiatria, mas consegui provar o meu reequilíbrio emocional e racional, porque consegui conciliar os meus conhecimentos da matemática com os da religião e assim descobri os segredos sobre o meu ser, que estavam arquivados secretamente no meu inconsciente. Hoje digo que não existe loucura, mas existe sim muito desconhecimento sobre a mente humana e isso causa muitos sofrimentos em pessoas inocentes.
Rosário Américo de Resende, ex-professor da UFMG. Belo Horizonte, 28/06/2005.

111 - Que medo, Quevedo! - publicado em 13/07/2005.

Como cristão, quero pedir perdão aos meus irmãos seguidores dos cultos afro-brasileiros e, a compreensão dos mesmos pelo ridículo comportamento e orgulhosas atitudes do padre Oscar G. Quevedo no programa de televisão da Rede TV do dia 21 ou 22/06/2005.
O Pe. Quevedo, mostrando aspectos anticristãos, chutou as espécies, que compunham um trabalho de oferta realizado por um desses nossos irmãos. Pe. Quevedo, temos que fazer para os outros aquilo que queremos que eles nos façam. Temos que respeitar as crenças de todos os nossos irmãos e tudo o que é considerado como sagrado por cada pessoa ou religião.
Gostaria de saber qual seria a reação do Pe. Quevedo se algum ser humano, ateu ou não, fizesse o que ele fez com as espécies de pão e vinho já consagrados por algum padre ou mesmo com qualquer símbolo pertencente ao culto do catolicismo? Ou será se ele mesmo faria isso de público? Pe. Quevedo, você não me causa medo, mas muita pena por causa de seu orgulho, desprezo e da falta de vivência dos ensinamentos de Jesus, pois você deve conhecer muito bem o que está escrito nos quatro Evangelhos e em toda a Bíblia Sagrada.
Rosário Américo de Resende, ex-professor da UFMG. Belo Horizonte, 28/06/2005.

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